IA no Direito: riscos éticos, limites e o papel humano na gestão atual

Inteligência Artificial no Direito: até onde ela pode ir?

A tecnologia avança rápido, mas o fator humano continua indispensável.

A IA já responde dúvidas, cria documentos e revisa contratos.

Mas será que o entendimento sobre seus limites cresce na mesma velocidade?

Tratar a IA como um “oráculo infalível” gera risco cognitivo.

Ao delegar demais, perdemos imaginação, criticidade e julgamento ético.

No jurídico, decisões sem supervisão ampliam erros humanos.

Como alerta Laura G. de Rivera: “o verdadeiro perigo da IA é a estupidez humana”.

Modelos de linguagem ainda falham com informações sensíveis.

A BBC identificou erros e distorções, mostrando que a IA não é totalmente confiável.

IA não é plug‑and‑play: exige governança, validação e supervisão humana.

Sem critérios, ela produz análises superficiais e decisões mal fundamentadas.

– Definir etapas em que ela pode atuar; – Revisão humana obrigatória; – Equipes capacitadas; – Protocolos claros de uso e validação; – Tecnologia alinhada ao fluxo e à ética

Uso seguro da IA no escritório:

A ADVBOX ajuda escritórios a integrar inovação com ética, segurança e inteligência humana.

A IA apoia, acelera e automatiza, mas não pensa por nós.