{"id":17361,"date":"2020-01-17T12:49:54","date_gmt":"2020-01-17T14:49:54","guid":{"rendered":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/?post_type=modelos&#038;p=17361"},"modified":"2024-11-19T17:54:20","modified_gmt":"2024-11-19T20:54:20","slug":"peticao-apelacao-desapropriacao-indenizacao-inocorrencia-prescricao","status":"publish","type":"modelos","link":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/peticao-apelacao-desapropriacao-indenizacao-inocorrencia-prescricao\/","title":{"rendered":"MODELO DE APELA\u00c7\u00c3O DE DESAPROPRIA\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>Descubra como <a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/como-automatizar-seus-modelos-de-peticoes\/\" target=\"_blank\">automatizar o preenchimento de todos os seus modelos de peti\u00e7\u00e3o<\/a> e otimizar o tempo de toda sua equipe.<\/em><\/strong><\/p><p><strong><b><span>EXCELENT\u00cdSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA _________VARA C\u00cdVEL DE _____________, PARAN\u00c1.<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><br><\/b><\/strong><strong><b><span>Autos n\u2070<\/span><\/b><\/strong><span>\u00a0<\/span><strong><b>__________________________<\/b><\/strong><\/p><p><strong><b>NOME DO CLIENTE<\/b><\/strong>\u00a0<span>j\u00e1 qualificados nos autos em ep\u00edgrafe de a\u00e7\u00e3o de cumprimento de senten\u00e7a movidos contra o Munic\u00edpio de ______- UF vem \u00e0 presen\u00e7a de Vossa Excel\u00eancia, a tempo e modo, por seu procurador abaixo assinado, interpor<\/span><\/p><p><strong><b><span>APELA\u00c7\u00c3O<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><span>em face da senten\u00e7a de movimentos ____, na forma do artigo 1009 do C\u00f3digo de Processo Civil, requerendo seu conhecimento e consequente remessa \u00e0 segunda inst\u00e2ncia, vez que cab\u00edvel e tempestivo.<\/span><\/p><p>Termos em que,<\/p><p>Pede Deferimento.<\/p><p>CIDADE, DIA, M\u00caS, ANO<\/p><p><strong><b>ADVOGADO<\/b><\/strong><\/p><p><strong><b>OAB N\u00ba<\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><span>EGR\u00c9GIA C\u00c2MARA<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><span>Recorrente:_____________<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><span>Recorrido:______________<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><span>Excelent\u00edssimos Julgadores<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><span>Trata-se de a\u00e7\u00e3o de cumprimento de senten\u00e7a contra a Fazenda \u00a0\u00a0P\u00fablica \u00a0\u00a0Municipal, de \u00a0\u00a0valores \u00a0\u00a0devidos \u00a0\u00a0pela \u00a0\u00a0anterior desapropria\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel dos apelantes.<\/span><\/p><p><span>\u00c0 desapropria\u00e7\u00e3o julgada no ano de 1993 cujo objeto era avaliar e liquidar a indeniza\u00e7\u00e3o aos apelantes decorrente da expropria\u00e7\u00e3o de seu im\u00f3vel. A decis\u00e3o que definiu a quest\u00e3o do valor devido, ap\u00f3s transitada em julgado (em<\/span><\/p><p><span>2004), passou a ser objeto de cumprimento de senten\u00e7a, em primeira inst\u00e2ncia.<\/span><\/p><p><span>Ap\u00f3s tr\u00e2mites de atualiza\u00e7\u00e3o de conta, as apelantes, que fazem jus \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 agora nunca a receberam, requereram \u00a0\u00a0o \u00a0\u00a0pagamento \u00a0\u00a0mediante \u00a0\u00a0expedi\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0de \u00a0\u00a0precat\u00f3rio municipal. A tanto intimada, a apelada compareceu aos autos, pela primeira vez ali alegando a ocorr\u00eancia de prescri\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito em desfavor da fazenda municipal, no mov. ______. <\/span><\/p><p><span>Sobreveio ent\u00e3o a senten\u00e7a do ju\u00edzo a quo, acolhendo os argumentos da apelada e decretando a prescri\u00e7\u00e3o da pretens\u00e3o executiva dos apelantes, com a consequente extin\u00e7\u00e3o do processo (mov.____).<\/span><\/p><p><span>Apesar dos pedidos das apelantes para uma maior precis\u00e3o no julgado, mediante embargos declarat\u00f3rios (mov. ____) que foram apreciados e julgados em seguida (mov.____), o entendimento foi mantido, a respeito da quest\u00e3o (havida como de ordem p\u00fablica) da prescri\u00e7\u00e3o da pretens\u00e3o executiva dos recorrentes.<\/span><\/p><p><span>A r. senten\u00e7a ora recorrida padece de equ\u00edvocos, data v\u00eania, e por essa raz\u00e3o merece reforma. \u00a0O presente recurso ir\u00e1 demonstrar que, no caso em tela, n\u00e3o incidiu a prescri\u00e7\u00e3o e o munic\u00edpio, ora apelado, deve cumprir a obriga\u00e7\u00e3o de indenizar os autores da a\u00e7\u00e3o pelo im\u00f3vel que lhes desapropriou.<\/span><\/p><p><strong><b><span>M\u00c9RITO DO RECURSO<\/span><\/b><\/strong><\/p><p><strong><b><span>Inocorr\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o. <\/span><\/b><\/strong><\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><b><span>I) Condi\u00e7\u00e3o Suspensiva<\/span><\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p><span>A desapropria\u00e7\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio, em regra, sujeito \u00e0 condi\u00e7\u00e3o suspensiva (art. 5\u00ba, XXIV, da CF). Aquele s\u00f3 se aperfei\u00e7oa quando esta \u00e9 cumprida (art. 125 do CC). Enquanto n\u00e3o h\u00e1 o seu cumprimento, n\u00e3o h\u00e1 a flu\u00eancia de prazo prescricional (art. 199, I, do CC).<\/span><\/p><p><span>A \u00a0\u00a0mais \u00a0\u00a0disso, o \u00a0\u00a0Juiz \u00a0\u00a0da \u00a0\u00a0causa \u00a0\u00a0esclareceu \u00a0\u00a0que \u00a0\u00a0a desapropria\u00e7\u00e3o s\u00f3 se efetivaria ap\u00f3s o pagamento de \u00a0\u00a0pr\u00e9via complementa\u00e7\u00e3o, ou seja, fixou a condi\u00e7\u00e3o suspensiva e, ap\u00f3s isso, nada mais foi pago.<\/span><\/p><p><span>O t\u00edtulo judicial em execu\u00e7\u00e3o, transitado em julgado em 09\/11\/2004 (mov. ___), previa obriga\u00e7\u00f5es sinalagm\u00e1ticas decorrentes da expropria\u00e7\u00e3o havida, de modo que deveriam ser aplicados os art. 476, do C\u00f3digo Civil1, e art. 582 do CPC\/1973.<\/span><\/p><p>Segue\u00a0\u00a0\u00a0excerto\u00a0\u00a0\u00a0da\u00a0\u00a0\u00a0senten\u00e7a\u00a0\u00a0\u00a0que\u00a0\u00a0\u00a0foi\u00a0\u00a0\u00a0taxativa\u00a0\u00a0\u00a0ao condicionar\u00a0a\u00a0imiss\u00e3o\u00a0na\u00a0posse\u00a0ao\u00a0complemento\u00a0do\u00a0dep\u00f3sito judicial:<\/p><p>(COPIAR O TRECHO DA SENTEN\u00c7A)<\/p><p><span>O \u00a0equ\u00edvoco \u00a0central \u00a0da \u00a0senten\u00e7a \u00a0recorrida \u00a0est\u00e1 \u00a0em identificar \u00a0o \u00a0termo \u00a0inicial \u00a0da \u00a0prescri\u00e7\u00e3o, \u00a0aplic\u00e1vel \u00a0ao \u00a0caso, \u00a0com \u00a0o tr\u00e2nsito em julgado do ac\u00f3rd\u00e3o, uma vez que sequer havia pretens\u00e3o para a recorrente naquele momento.<\/span><\/p><p><span>Ora, a decis\u00e3o preclusa condicionou a imiss\u00e3o na posse em favor do munic\u00edpio \u00e0 \u00a0pr\u00e9via \u00a0complementa\u00e7\u00e3o \u00a0dos \u00a0dep\u00f3sitos judiciais\u201d (fl. _____), com o que produziu a leg\u00edtima expectativa \u00a0de \u00a0que \u00a0os \u00a0recorrentes \u00a0manteriam \u00a0a \u00a0posse \u00a0at\u00e9 \u00a0que \u00a0o munic\u00edpio depositasse o valor devido. Desta forma, n\u00e3o havia les\u00e3o a direito dos recorrentes porque a imiss\u00e3o definitiva do seu im\u00f3vel estava condicionada \u00e0 complementa\u00e7\u00e3o do dep\u00f3sito.<\/span><\/p><p><span>Em virtude \u00a0das \u00a0condi\u00e7\u00f5es \u00a0impostas \u00a0pela \u00a0senten\u00e7a, \u00a0o im\u00f3vel \u00a0\u00a0objeto \u00a0\u00a0da \u00a0\u00a0expropria\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0JAMAIS \u00a0\u00a0foi \u00a0\u00a0transferido \u00a0\u00a0para \u00a0\u00a0o <\/span>expropriante,\u00a0restando\u00a0\u00edntegra\u00a0a\u00a0pretens\u00e3o\u00a0execut\u00f3ria\u00a0dos\u00a0recorrentes enquanto \u00a0n\u00e3o \u00a0consumada \u00a0a \u00a0desapropria\u00e7\u00e3o \u00a0com \u00a0a \u00a0perda \u00a0da propriedade e o pagamento do justo pre\u00e7o da indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Dessa forma, considerando que o desmembramento da \u00e1rea \u00a0\u00a0expropriada \u00a0\u00a0estava \u00a0\u00a0condicionada \u00a0\u00a0\u00e0 \u00a0\u00a0complementa\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0do dep\u00f3sito, incorreu a prescri\u00e7\u00e3o, conforme art. 199, I, do C\u00f3digo Civil de 2002, segundo o qual esta n\u00e3o corre enquanto pendente condi\u00e7\u00e3o suspensiva.<\/p><p>Ap\u00f3s o tr\u00e2nsito e a baixa dos autos, o ju\u00edzo intimou as partes \u00a0\u00a0\u00a0para \u00a0\u00a0\u00a0manifesta\u00e7\u00e3o, \u00a0\u00a0\u00a0asseverando \u00a0\u00a0\u00a0que \u00a0\u00a0\u00a0o \u00a0\u00a0\u00a0registro \u00a0\u00a0\u00a0da desapropria\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0estava \u00a0\u00a0condicionado \u00a0\u00a0\u00e0 \u00a0\u00a0complementa\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0do dep\u00f3sito pr\u00e9vio (seq. ____):<\/p><p><span>(COPIAR, COLAR, TRANSCREVER, TRECHO IMPORTANTE)<\/span><\/p><p>Na\u00a0sequ\u00eancia\u00a0(item\u00a0____),\u00a0o\u00a0munic\u00edpio\u00a0formulou\u00a0pedido de\u00a0averba\u00e7\u00e3o\u00a0da\u00a0propriedade\u00a0em\u00a0seu\u00a0favor\u00a0no\u00a0Cart\u00f3rio\u00a0de\u00a0Registro de\u00a0Im\u00f3veis\u00a0e,\u00a0ainda,\u00a0a\u00a0baixa\u00a0dos\u00a0autos\u00a0par\u00a0atualiza\u00e7\u00e3o\u00a0do\u00a0valor\u00a0do dep\u00f3sito\u00a0complementar\u00a0(fl.\u00a0______\u00a0dos\u00a0autos\u00a0f\u00edsicos\u00a0origin\u00e1rios).<\/p><p>Desta\u00a0forma,\u00a0\u00a0estando\u00a0\u00a0a\u00a0\u00a0desapropria\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0suspensa,\u00a0\u00a0no aguardo\u00a0\u00a0do\u00a0\u00a0pagamento\u00a0\u00a0pelo\u00a0\u00a0expropriante,\u00a0\u00a0incorre\u00a0prescri\u00e7\u00e3o.<\/p><p><span>O particular expropriado <\/span><strong><b><span>n\u00e3o pode ser prejudicado por des\u00eddia do Poder P\u00fablico<\/span><\/b><\/strong><span>\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><span>em \u00a0\u00a0pagar \u00a0\u00a0indeniza\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0prevista \u00a0\u00a0em \u00a0\u00a0senten\u00e7a, o \u00a0\u00a0que configuraria hip\u00f3tese de verdadeiro confisco, em atentado ao direito fundamental assegurado no art. 5\u00ba, XXIV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/span><\/p><p><span>As a\u00e7\u00f5es de desapropria\u00e7\u00e3o, caracterizando transmiss\u00e3o imobili\u00e1ria \u00a0para \u00a0\u00d3rg\u00e3o \u00a0P\u00fablico, \u00a0imp\u00f5e \u00a0\u00e0 \u00a0este, \u00a0o \u00a0pagamento \u00a0pela aquisi\u00e7\u00e3o da propriedade. Por isso, t\u00eam natureza real, pois o que se discute \u00e9 a perda do dom\u00ednio pelo particular e a aquisi\u00e7\u00e3o pelo Poder P\u00fablico, sendo a indeniza\u00e7\u00e3o apena \u00a0um \u00a0requisito \u00a0para \u00a0tanto. Enquanto o desapropriado n\u00e3o perder a propriedade, ter\u00e1 direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o \u00a0como \u00a0requisito \u00a0constitucional \u00a0para \u00a0a \u00a0transfer\u00eancia \u00a0ao Estado.<\/span><\/p><p><span>Trata-se de entendimento j\u00e1 h\u00e1 muito estabelecida no \u00e2mbito dos tribunais:<\/span><\/p><p><span>\u201cDesapropria\u00e7\u00e3o. Nova avalia\u00e7\u00e3o. Prescri\u00e7\u00e3o. Coisa julgada. Discuss\u00e3o sobre o quantum da indeniza\u00e7\u00e3o. Enquanto n\u00e3o consumada \u00a0a \u00a0desapropria\u00e7\u00e3o, \u00a0o \u00a0que \u00a0somente \u00a0se \u00a0verifica depois do pagamento da \u00a0indeniza\u00e7\u00e3o \u00a0(art-153, par 22, da CF), \u00a0\u00a0mant\u00e9m-se \u00a0\u00a0\u00edntegra \u00a0\u00a0a \u00a0\u00a0pretens\u00e3o \u00a0\u00a0execut\u00f3ria \u00a0\u00a0da expropriada \u00a0concernente \u00a0a \u00a0exig\u00eancia \u00a0do \u00a0pagamento \u00a0do pre\u00e7o. Prescri\u00e7\u00e3o intercorrente rejeitada. Coisa julgada. Seu conceito \u00a0moderno. \u00a0Doutrina \u00a0de \u00a0James \u00a0Goldschmidt \u00a0que restringe sua for\u00e7a material a situa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica no estado em que \u00a0se \u00a0achava \u00a0no \u00a0momento \u00a0da \u00a0decis\u00e3o, \u00a0n\u00e3o \u00a0tendo, portanto, \u00a0influ\u00eancia \u00a0sobre \u00a0os \u00a0fatos \u00a0que \u00a0venham \u00a0a \u00a0ocorrer depois. (&#8230;)(.Recurso extraordin\u00e1rio n\u00e3o conhecido.<\/span><\/p><p><span>STF-RE 93077, Relator(a): \u00a0Min. SOARES MUNOZ, Primeira Turma,julgado em 24\/02\/1981, DJ 20-03-1981 PP-02230 EMENT 01204-02 PP-00357 RTJ VOL-00100-03 PP-01282)<\/span><\/p><p><span>Demonstrado \u00a0o \u00a0dom\u00ednio, \u00a0enquanto \u00a0o \u00a0propriet\u00e1rio n\u00e3o \u00a0perder \u00a0o \u00a0direito \u00a0de \u00a0propriedade, \u00a0fundada \u00a0a demanda nesse direito, n\u00e3o efetivado o pagamento do justo \u00a0\u00a0pre\u00e7o \u00a0\u00a0do \u00a0\u00a0im\u00f3vel \u00a0\u00a0expropriado, \u00a0\u00a0incorre \u00a0\u00a0a prescri\u00e7\u00e3o. &#8220;vivo o dom\u00ednio, n\u00e3o pode deixar de ser considerada \u00a0viva \u00a0a \u00a0a\u00e7\u00e3o \u00a0que \u00a0o \u00a0protege&#8221;. (STJ \u00a0&#8211; \u00a0Resp. 24161\/mg, \u00a0rel. \u00a0Ministro Milton \u00a0Luiz \u00a0Pereira, \u00a0\u00a0\u00a0julgado \u00a0em 13\/04\/1994, \u00a0)<\/span><\/p><p>No mesmo sentido o entendimento assente no egr\u00e9gio Tribunal de Justi\u00e7a do Estado:<\/p><p>\u201cQuanto \u00e0 alega\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o intercorrente, raz\u00e3o n\u00e3o assiste ao Agravante. Isso porque, conforme defende parcela majorit\u00e1ria da doutrina, a desapropria\u00e7\u00e3o somente se consuma com o pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o, de modo que, at\u00e9 o advento desta, n\u00e3o h\u00e1 como correr prescri\u00e7\u00e3o da pretens\u00e3o execut\u00f3ria. Consoante ensina Yussef Said Cahali, &#8220;enquanto n\u00e3o consumada a desapropria\u00e7\u00e3o, o que somente se verifica depois de paga a indeniza\u00e7\u00e3o, mant\u00e9m-se \u00edntegra a pretens\u00e3o execut\u00f3ria da expropriada ao pagamento do pre\u00e7o, n\u00e3o cabendo falar em prescri\u00e7\u00e3o intercorrente&#8221; (CAHALI, Yussef Said. Prescri\u00e7\u00e3o e Decad\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Revista dos Tribunais, 2008) (TJPR &#8211; 4\u00aa C\u00edvel &#8211; AI &#8211; 1278015-9 &#8211; Ibaiti &#8211; Rel.: Maria Aparecida Blanco de Lima &#8211; Un\u00e2nime &#8211; &#8211; J. 24.02.2015)<\/p><p>\u00c9 n\u00edtido, assim, que n\u00e3o decorreu o prazo prescricional, pois pendente condi\u00e7\u00e3o suspensiva, visto que a justa indeniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi paga, de modo que o prazo prescricional para executar o t\u00edtulo executivo subjacente \u00e0 a\u00e7\u00e3o expropriat\u00f3ria encontra-se suspenso.<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><b>II) Das Nulidades<\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p>A fundamenta\u00e7\u00e3o da r. decis\u00e3o apelada inicia afirmado que \u201ca presente demanda foi ajuizada em 2016\u201d, como se o pedido de indeniza\u00e7\u00e3o dos apelantes em face do Munic\u00edpio fosse ato isolado.<\/p><p>N\u00e3o \u00e9 o caso dos autos, em que o ato praticado pelas partes em 2016 foi a continuidade do processo de recebimento, em face do Munic\u00edpio, do valor que lhes \u00e9 devido pela desapropria\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel. Necess\u00e1rio lembrar que no processo de desapropria\u00e7\u00e3o n\u00e3o houve pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o devida, o que por si s\u00f3 acarreta um inaceit\u00e1vel locupletamento indevido da fazenda p\u00fablica, na medida que n\u00e3o pagou pelo im\u00f3vel desapropriado.<\/p><p>N\u00e3o havendo pagamento espont\u00e2neo, ent\u00e3o as apelantes postularam em 2016 o cumprimento de senten\u00e7a definitivo, para se atualizar a conta geral da indeniza\u00e7\u00e3o que havia lhes sido garantida por decis\u00e3o judicial.<\/p><p>Com efeito, foi esta a decis\u00e3o que transitou em julgado em 2004: a decis\u00e3o que garantiu o direito das partes a receber da fazenda p\u00fablica pelo im\u00f3vel que perderam; n\u00e3o houve tr\u00e2nsito em julgado de decis\u00e3o judicial a respeito do pagamento, porque, na \u00e9poca, este n\u00e3o tinha ainda ocorrido \u2013 como ali\u00e1s at\u00e9 hoje n\u00e3o ocorreu.<\/p><p>Neste ponto em particular, pede-se v\u00eania para real\u00e7ar um tema essencial para a compreens\u00e3o deste recurso. Ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria (2004), e antes dos pedidos recentes das partes para receberem a indeniza\u00e7\u00e3o l\u00e1 garantida, ocorreu o lament\u00e1vel passamento da advogada que cuidava da causa (docs. 004, 004 e 005, anexos), fato que, por si s\u00f3, suspenderia o fluxo processual e seus prazos, conforme regra do artigo 313, I, do CPC (artigo 265, I, do CPC\/73).<\/p><p>No processo ent\u00e3o em curso, n\u00e3o houve a necess\u00e1ria suspens\u00e3o de que trata o artigo 313, \u00a71\u00ba. Do CPC, o que por si s\u00f3 seria j\u00e1 causa de nulidade (art. 276 CPC). Ultrapassando todas essas quest\u00f5es \u00e9 que as apelantes, ap\u00f3s seguimento por outro patrono e ap\u00f3s muito tempo esperando andamento do feito, retomaram o curso do processo na primeira oportunidade que tiveram, quando seu novo procurador atuou no feito.<\/p><p>Assim, se por lei o processo anterior esteve suspenso desde a morte do procurador, embora ela n\u00e3o tenha podido ser noticiada nos autos, nesse per\u00edodo de suspens\u00e3o n\u00e3o se pode falar que transcorria prazo prescricional.<\/p><p>A morte do procurador, por ser quest\u00e3o de ordem p\u00fablica, pode e deve ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdi\u00e7\u00e3o, justamente para evitar que o instituto da preclus\u00e3o cause a perpetua\u00e7\u00e3o de injusti\u00e7as. Com isso, \u00e9 de se reconhecer que o t\u00edtulo exequendo n\u00e3o est\u00e1 prescrito, em virtude de ser nula a intima\u00e7\u00e3o da ent\u00e3o Procuradora dos recorrentes, pois j\u00e1 falecida, e o prazo para a execu\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a s\u00f3 haver efetivamente se iniciado quando o novo procurador foi constitu\u00eddo e a execu\u00e7\u00e3o proposta.<\/p><p>Ao contr\u00e1rio do contido na r. senten\u00e7a recorrida, n\u00e3o incidiu a prescri\u00e7\u00e3o como imposta na decis\u00e3o, pelo que se faz mister sua reforma.<\/p><p><strong><b>III) Contagem da Prescri\u00e7\u00e3o<\/b><\/strong><\/p><p>Ainda que se ultrapasse esse argumento, h\u00e1 ainda que se observar a necessidade de reforma da senten\u00e7a ainda por outro motivo, sen\u00e3o vejamos.<\/p><p>A r. senten\u00e7a recorrida entende pela prescri\u00e7\u00e3o a partir da regra do artigo 1\u00ba. do Decreto 20910\/32, que define em cinco anos o prazo de prescri\u00e7\u00e3o para cobran\u00e7as de d\u00edvida em face da fazenda p\u00fablica.<\/p><p>Conforme explica a pr\u00f3pria senten\u00e7a recorrida, \u201cde acordo com o referido artigo, o prazo prescricional inicia-se da data do ato ou fato do qual se origina o direito\u201d (mov. 197.1). Ora, aplica-se essa no\u00e7\u00e3o, por\u00e9m com a particularidade de que o \u201cato ou fato\u201d que originou o direito, ou seja, a a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o, foi um processo judicial extenso e, como ponto de partida de contagem de prazo, vale o \u00faltimo dos atos praticados nos autos desse processo.<\/p><p>Trata-se de regra indeclin\u00e1vel do artigo 202, \u00a7 \u00fanico do CCB, segundo o qual <strong><b>\u201ca prescri\u00e7\u00e3o interrompida recome\u00e7a a correr da data do ato que a interrompeu, ou do \u00faltimo ato do processo para a interromper.\u201d<\/b><\/strong><\/p><p>Deste modo, mesmo pelo argumento da senten\u00e7a apelada, n\u00e3o pode ser fixada aquela data (2004) como in\u00edcio da prescri\u00e7\u00e3o, porque o \u00faltimo ato do processo original ocorreu muito depois disso. Explica-se.<\/p><p>Se o tr\u00e2nsito em julgado da a\u00e7\u00e3o original foi em 2004, ent\u00e3o para o magistrado a prescri\u00e7\u00e3o se consumou em 2009, e seria uma \u201cdes\u00eddia da parte exequente, pois levou 12 anos ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado\u201d para exigir o pagamento que \u00e9 seu direito. Eis o fundamento da decis\u00e3o, do qual ora se recorre.<\/p><p>Tal entendimento n\u00e3o pode subsistir se forem analisadas outras nuances do processo. Mesmo ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da a\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria em 2004, e enquanto as apelantes, com advogado falecido, n\u00e3o eram intimadas corretamente (art. 280 CPC), houve nos autos movimenta\u00e7\u00f5es pela Fazenda Municipal, e at\u00e9 mesmo do Minist\u00e9rio P\u00fablico, corriqueiramente at\u00e9 2008 (vide c\u00f3pias das fls. ______ dos autos originais: seq. _______).<\/p><p>Mais ainda, a primeira das contas de atualiza\u00e7\u00e3o do valor a pagar foi feita pelo contador em 05\/2008 (mov. ____). Foi somente ent\u00e3o que o parquet, instado a se manifestar, pediu \u2013 e nisso foi atendido \u2013 que as ora apelantes fossem intimadas para dar seguimento ao processo, cumprindo a decis\u00e3o judicial (ac\u00f3rd\u00e3o) antes julgado, isso somente em ______ intima\u00e7\u00e3o essa que nunca foi feita \u00e0s partes.<\/p><p>Este ponto tamb\u00e9m pode ser apreciado como causa de nulidade. Intimado pelo ju\u00edzo, o Minist\u00e9rio P\u00fablico requer a intima\u00e7\u00e3o das partes exequentes (fls. ____); \u00e9 ignorado pelo despacho de fls. _____ e o processo \u00e9 arquivado, sem mesmo ci\u00eancia \u00e0s apelantes para que pudessem enfim, saber do andamento do processo que correu mesmo diante da morte de seu advogado.<\/p><p>Diz-se causa de nulidade porque a falta de intima\u00e7\u00e3o compromete o andamento processual e os atos subsequentes (art. 278 e 280 do CPC). No caso em tela, sem ningu\u00e9m para intimar, prevaleceu a nulidade e o processo foi arquivado, por\u00e9m sem ter ainda iniciado o prazo de prescri\u00e7\u00e3o como o entendeu a r. senten\u00e7a (desde o tr\u00e2nsito em julgado em 2004).<\/p><p>Assim, a conclus\u00e3o \u00e9 que, em raz\u00e3o de nulidades na a\u00e7\u00e3o original, a lhe comprometer a validade, n\u00e3o se extinguira em 2004 (tampouco em 2008) o processo origin\u00e1rio, ou seja, o \u201cato ou fato\u201d \u00faltimo daquela a\u00e7\u00e3o que originou o direito das apelantes.<\/p><p>Isto ocorreu somente quando voltaram a tomar ci\u00eancia, ap\u00f3s falecimento de seu advogado, do tr\u00e2mite do processo, ent\u00e3o arquivado provisoriamente \u00e0 espera das partes, conforme fora ordenado pelo pr\u00f3prio juiz da causa (fls. ___, c\u00f3pia em anexo).<\/p><p>Sobre o fato de que somente o \u00faltimo movimento da a\u00e7\u00e3o judicial acarreta contagem de prazo, veja-se precedente do STJ:<\/p><p>AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. A\u00c7\u00c3O DE COBRAN\u00c7A. SOBREESTADIA DE CONT\u00caINER. PRESCRI\u00c7\u00c3O. INTERRUP\u00c7\u00c3O. AGRAVO REGIMENTAL IMPROVIDO. 1.- O entendimento do Tribunal de origem est\u00e1 em harmonia com a orienta\u00e7\u00e3o desta Corte que entende que o prazo prescricional recome\u00e7a a correr da data do \u00faltimo ato do processo cautelar interruptivo (art. 202, par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo Civil). S\u00famula 83\/STJ. 2.- Agravo Regimental improvido. (AgRg nos EDcl no AREsp 343.155\/SP, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, 3\u00aa. TURMA, DJe 13\/11\/2013)<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><b>IV) Ren\u00fancia \u00e0 Prescri\u00e7\u00e3o<\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p>H\u00e1 ainda uma outra quest\u00e3o relevante no caso em tela. Ap\u00f3s os tr\u00e2mites de contas novas e intima\u00e7\u00f5es em 2016, compareceu o Munic\u00edpio, como j\u00e1 dito, para manifestar-se sem oposi\u00e7\u00e3o, em exerc\u00edcio claro de ren\u00fancia \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o \u2013 fato que impede sua incid\u00eancia. Vejamos.<\/p><p>Em 2016, ap\u00f3s pedido das apelantes para atualiza\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos do valor devido, houve intima\u00e7\u00e3o do Munic\u00edpio a respeito, que foi atendida com seu comparecimento aos autos para se manifestar sobre os valores indicados (mov. _____). Deve ser acrescido ainda que 08\/12\/2016 o munic\u00edpio apresentou manifesta\u00e7\u00e3o em que reconhece a d\u00edvida em favor dos recorrentes (seq. 29), pleiteando a remessa dos autos \u00e0 Contadoria para atualiza\u00e7\u00e3o do dep\u00f3sito complementar<\/p><p>Nesta ocasi\u00e3o \u00e9 que o Munic\u00edpio poderia e deveria ter arguido a prescri\u00e7\u00e3o. N\u00e3o o fazendo, anuiu com o tr\u00e2mite do processo que lhe cobrava valores devidos \u2013 decerto porque \u00e9 patente a obriga\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio em pagar a indeniza\u00e7\u00e3o devida pela desapropria\u00e7\u00e3o incontroversa.<\/p><p>A r. senten\u00e7a n\u00e3o apreciou esta quest\u00e3o, que foi novamente suscitada pelos apelantes em sede de embargos declarat\u00f3rios (mov. 218), por\u00e9m sem sucesso. A ren\u00fancia \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 instituto acatado em nosso ordenamento jur\u00eddico, a partir da regra do artigo 191 do CCB:<\/p><p>Art. 191.A ren\u00fancia da prescri\u00e7\u00e3o pode ser expressa ou t\u00e1cita, e s\u00f3 valer\u00e1, sendo feita, sem preju\u00edzo de terceiro, depois que a prescri\u00e7\u00e3o se consumar; t\u00e1cita \u00e9 a ren\u00fancia quando se presume de fatos do interessado, incompat\u00edveis com a prescri\u00e7\u00e3o.<\/p><p>O comparecimento do munic\u00edpio, ora apelado, aos autos, anuindo com as contas e o seguimento dos tr\u00e2mites para pagamento do valor devido, sem oposi\u00e7\u00e3o, caracteriza anu\u00eancia t\u00e1cita \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o, o que se denota pelo sentido das manifesta\u00e7\u00f5es do apelado quando intimado por seguidas vezes no curso da a\u00e7\u00e3o. A respeito:<\/p><p>\u201cT\u00e1cita, seguindo disp\u00f5e o art. 191, \u2018\u00e9 a ren\u00fancia quando se presume de fatos do interessado, incompat\u00edveis com a prescri\u00e7\u00e3o\u2019. Consumada a prescri\u00e7\u00e3o, qualquer ato de reconhecimento da d\u00edvida por parte do devedor, como pagamento parcial ou a composi\u00e7\u00e3o visando \u00e0 solu\u00e7\u00e3o futura do d\u00e9bito, ser\u00e1 interpretado como ren\u00fancia.\u201d Gon\u00e7alves, Carlos Roberto: Direito Civil Brasileiro, volume I: parte geral \u2013 10\u00aa Ed. \u2013 S\u00e3o Paulo: Saraiva \u2013 2012 \u2013 p\u00e1g. 520)<\/p><p>\u201cTrata-se de ren\u00fancia t\u00e1cita, por exemplo, a carta do devedor ao credor pedindo prazo para pagar obriga\u00e7\u00e3o prescrita (&#8230;) A ren\u00fancia t\u00e1cita ocorre sempre que o prescribente, sabendo ou n\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o, pr\u00e1tica algum ato que importe no reconhecimento o direito, cuja a\u00e7\u00e3o est\u00e1 prescrita.\u201d (Venosa, S\u00edlvio de Salvo: Direito civil: parte geral \u2013 5\u00aa Ed. \u2013 S\u00e3o Paulo: Atlas \u2013 2005 \u2013 p\u00e1g. 605 e 606)<\/p><p>Seguem precedentes, desta e de outas Cortes, do entendimento j\u00e1 consolidado sobre o tema:<\/p><p>\u201cCIVIL E PROCESSUAL CIVIL. APELA\u00c7\u00c3O C\u00cdVEL EM A\u00c7\u00c3O DE COBRAN\u00c7A. NOTA DE CR\u00c9DITO RURAL. TRANSCURSO DO LAPSO PRESCRICIONAL. REALIZA\u00c7\u00c3O DE ATO POSTERIOR INCOMPAT\u00cdVEL COM A PRESCRI\u00c7\u00c3O. REN\u00daNCIA T\u00c1CITA. INCID\u00caNCIA DO ART. 191 DO CC. PRONUNCIAMENTO DE OF\u00cdCIO DA PRESCRI\u00c7\u00c3O AFASTADO. RETORNO DOS AUTOS \u00c0 1\u00aa INST\u00c2NCIA. I. Conforme reda\u00e7\u00e3o do art. 191 do C\u00f3digo Civil, a ren\u00fancia da prescri\u00e7\u00e3o pode ser expressa ou t\u00e1cita e restar\u00e1 caracterizada ap\u00f3s a flu\u00eancia do prazo prescricional e desde que n\u00e3o cause preju\u00edzo a terceiros. T\u00e1cita \u00e9 a ren\u00fancia quando se presume de fatos do interessado, incompat\u00edveis com a prescri\u00e7\u00e3o. II. Uma vez reconhecido o d\u00e9bito e demonstrado o interesse do devedor em renegociar da d\u00edvida ap\u00f3s o transcurso do prazo prescricional, incide a ren\u00fancia t\u00e1cita da prescri\u00e7\u00e3o, posto que tais condutas revelam medidas inconcili\u00e1veis com o mencionado instituto. IV. Apela\u00e7\u00e3o conhecida e provida para afastar a decreta\u00e7\u00e3o ex off\u00edcio da prescri\u00e7\u00e3o, permitindo o prosseguimento da a\u00e7\u00e3o<\/p><p>Deste modo, seguindo precedentes pac\u00edficos sobre a incid\u00eancia do artigo 191 do CCB, deve ser reformada a r. senten\u00e7a que decretou a prescri\u00e7\u00e3o, pelo motivo de que o apelado renunciou tacitamente \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o quando se manifestou positivamente ao seguimento da a\u00e7\u00e3o.<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><b>V) Desapropria\u00e7\u00e3o n\u00e3o consumada. Contagem do prazo n\u00e3o ocorrida.<\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p>Como acima exposto, a contagem do prazo prescricional de cinco anos deve se dar a partir do \u00faltimo ato da a\u00e7\u00e3o que lhe deu origem, que \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o, um fato incontroverso conforme indica a pr\u00f3pria senten\u00e7a ora recorrida.<\/p><p>Ocorre que o entendimento mais atual sobre casos tais, entende que a desapropria\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo que somente se consuma, isto \u00e9, somente chega a seu termo, com o pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o devida, apurada judicialmente, como no caso em tela, portanto ainda n\u00e3o ocorrida. Veja-se o seguinte precedente deste TJPR:<\/p><p>AGRAVO DE INSTRUMENTO. DESAPROPRIA\u00c7\u00c3O.ALEGA\u00c7\u00c3O DE PRESCRI\u00c7\u00c3O INTERCORRENTE. N\u00c3O ACOLHIMENTO. AT\u00c9 QUE EFETUADO O PAGAMENTO DA INDENIZA\u00c7\u00c3O N\u00c3O PODE SER CONSIDERADA CONSUMADA A DESAPROPRIA\u00c7\u00c3O, RAZ\u00c3O PELA QUAL N\u00c3O SE PODE FALAR EM PRESCRI\u00c7\u00c3O DA PRETENS\u00c3O EXECUT\u00d3RIA.ALEGA\u00c7\u00c3O DE NULIDADE A PARTIR DAS FLS. 2257 DOS AUTOS DE ORIGEM, POR VIOLA\u00c7\u00c3O \u00c0 COISA JULGADA. ACOLHIMENTO. DECIS\u00c3O QUE APONTA EQUIVOCADAMENTE VALOR A SER ADOTADO NO C\u00c1LCULO DE INDENIZA\u00c7\u00c3O, FAZENDO REFER\u00caNCIA \u00c0 SENTEN\u00c7A DE LIQUIDA\u00c7\u00c3O QUE FOI POSTERIOMENTE ANULADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.ADO\u00c7\u00c3O DO VALOR ARBITRADO NA SENTEN\u00c7A TRANSITADA EM JULGADO. IMPOSSIBILIDADE DE EXISTIR PRECLUS\u00c3O QUANTO \u00c0 DISCUSS\u00c3O DE DECIS\u00c3O QUE, EM LIQUIDA\u00c7\u00c3O DE SENTEN\u00c7A, CONTRARIA A COISA JULGADA FORMAL.RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.DECLARA\u00c7\u00c3O DE NULIDADE PARCIAL DA DECIS\u00c3O DE FLS. 2257 DOS AUTOS DE ORIGEM E DOS C\u00c1LCULOS REALIZADOS COM BASE NO VALOR DA INDENIZA\u00c7\u00c3O NELA INDICADO. (TJPR &#8211; 4\u00aa C. C\u00edvel &#8211; AI &#8211; 1278015-9 &#8211; Rel.: Maria Aparecida Blanco de Lima &#8211; J. 24.02.2015)<\/p><p>Como consta dos ED da apelante (mov. ____) e como ensina Yussef Said Cahali, &#8220;enquanto <strong><b>n\u00e3o consumada a desapropria\u00e7\u00e3o, o<\/b><\/strong>\u00a0<strong><b>que somente se verifica depois de paga a indeniza\u00e7\u00e3o<\/b><\/strong>, mant\u00e9m-se \u00edntegra a pretens\u00e3o execut\u00f3ria da expropriada ao pagamento do pre\u00e7o, <strong><b>n\u00e3o cabendo falar em prescri\u00e7\u00e3o intercorrente<\/b><\/strong>&#8220;. (CAHALI, Yussef Said. Prescri\u00e7\u00e3o e Decad\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 342).<\/p><p>Como a hip\u00f3tese dos autos \u00e9 justamente esta embasada pelos julgados acima, tem-se mais um elemento a demonstrar que n\u00e3o incide a prescri\u00e7\u00e3o no caso em tela, merecendo reforma a r. senten\u00e7a, portanto.<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><b>VI) Dano aos apelantes. Locupletamento do Munic\u00edpio<\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p>Por fim, cumpre frisar que a senten\u00e7a ora apelada, caso mantida, ir\u00e1 causar dano grave \u00e0s apelantes, que nada receberam pelo im\u00f3vel que perderam para o Munic\u00edpio, inadimplente confesso na indeniza\u00e7\u00e3o devida. Morte do procurador, in\u00e9rcia do ju\u00edzo em lhes intimar, apura\u00e7\u00e3o dos valores, quest\u00f5es processuais, prescri\u00e7\u00e3o, nada disso deveria se entrepor entre os apelantes e seu leg\u00edtimo direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p><p>T\u00e3o importante quanto aplicar as leis cab\u00edveis ao caso concreto, \u00e9 buscar lhes o escopo, que sempre deve ser a ideia inicial do direito, que \u00e9 \u201cdar a cada um o que \u00e9 seu\u201d. Al\u00e9m de aplicar o direito, deve ser aplicada a Justi\u00e7a.<\/p><ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li><strong><b><span> PEDIDOS<\/span><\/b><\/strong><\/li>\n<\/ol><p>Pelo exposto e com fulcro nas demais normas de direito aplic\u00e1veis, requer-se o recebimento do presente, com ci\u00eancia ao autor e, ainda;<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><span><\/span>O conhecimento e provimento do recurso, para a reforma da r senten\u00e7a de primeiro grau, entendendo pela inexist\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o no caso em tela, por um ou por todos os fundamentos da presente (nulidades iniciais no processo; interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o; contagem do rein\u00edcio do prazo; ren\u00fancia t\u00e1cita \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o; n\u00e3o consuma\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o; iman\u00eancia do direito), declarando h\u00edgido o direito dos apelantes \u00e0 verba demandada na execu\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s finaliza\u00e7\u00e3o de sua liquida\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><span><\/span>A consequente invers\u00e3o do \u00f4nus sucumbencial.<\/li>\n<\/ol><p><strong><b><span>Prequestionamento<\/span><\/b><\/strong><\/p><p>As Apelantes prequestionam <strong><b>expressamente<\/b><\/strong>, para que seja mencionado no v. ac\u00f3rd\u00e3o esperado, se a decis\u00e3o a quo, caso mantida, n\u00e3o estaria violando a constitui\u00e7\u00e3o federal (art. 5\u00ba., LIV e LV da CF\/88), violando lei federal, em especial os artigos 191, 199 e 202 \u00a7 \u00fanico do CCB, artigos 265, I, 276, 280, 313, I, todos do CPC, bem como divergindo de julgados an\u00e1logos desta e de outras Cortes, como transcritos.<\/p><p>Termos em que,<\/p><p>Pede Deferimento.<\/p><p>CIDADE, DIA, M\u00caS, ANO<\/p><p><strong><b>ADVOGADO<\/b><\/strong><\/p><p><strong><b>OAB N\u00ba<\/b><\/strong><\/p><figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/\" target=\"_blank\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"309\" src=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/cta-nova-trial-1024x309.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-15975\" srcset=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/cta-nova-trial.png 1024w, https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/cta-nova-trial-300x91.png 300w, https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/cta-nova-trial-768x232.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descubra como automatizar o preenchimento de todos os seus modelos de peti\u00e7\u00e3o e otimizar o tempo de toda sua equipe. 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