{"id":26496,"date":"2021-03-22T13:36:39","date_gmt":"2021-03-22T16:36:39","guid":{"rendered":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/?post_type=modelos&#038;p=26496"},"modified":"2025-04-30T14:46:57","modified_gmt":"2025-04-30T17:46:57","slug":"trabalhista-reclamacao-trabalhista-acidente-de-trabalho-responsabilidade","status":"publish","type":"modelos","link":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/trabalhista-reclamacao-trabalhista-acidente-de-trabalho-responsabilidade\/","title":{"rendered":"Modelo de reclama\u00e7\u00e3o trabalhista &#8211; Acidente de trabalho (responsabilidade)"},"content":{"rendered":"<p>Todo advogado sabe que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil fazer um\u00a0<strong>bom banco de modelos de peti\u00e7\u00f5es, que atenda as especificidades dos diferentes processos\u00a0<\/strong>no dia a dia do trabalho jur\u00eddico.<\/p><p>Isso exige muito tempo gasto com a pesquisa de peti\u00e7\u00f5es, organiza\u00e7\u00e3o dos arquivos e tamb\u00e9m com a atualiza\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as conforme mudan\u00e7as de jurisprud\u00eancia regional ou altera\u00e7\u00f5es em entendimentos de tribunais superiores.:<\/p><p>Por\u00e9m, com a plataforma certa para advocacia digital, \u00e9 poss\u00edvel economizar todo esse tempo gasto<strong>. Basta um \u00fanico membro da equipe atualizar ou alterar algum modelo de pe\u00e7a processual no sistema para atualizar para todos usu\u00e1rios da plataforma!<\/strong><\/p><p>Dessa forma \u00e9 poss\u00edvel\u00a0<strong>acelerar a produtividade do trabalho jur\u00eddico<\/strong>\u00a0de maneira bem relevante, al\u00e9m de potencializar ainda mais o crescimento do seu escrit\u00f3rio com os v\u00e1rios outros recursos das ferramentas de advocacia digital.\u00a0<a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/como-automatizar-seus-modelos-de-peticoes\/\" target=\"_blank\"><strong>Clique abaixo e saiba mais!<\/strong>\u00a0<\/a><\/p><figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/automatize_a_produ%C3%A7%C3%A3o_de_suas_peti%C3%A7%C3%B5es.png\" alt=\"modelos de peticoes embargos agravo\" class=\"wp-image-11456\" loading=\"lazy\"><\/a><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\">RECLAMA\u00c7\u00c3O TRABALHISTA &#8211; ACIDENTE DE TRABALHO &#8211; RESPONSABILIDADE<\/h2><p><strong>EXCELENT\u00cdSSIMO(A)\u00a0SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A)\u00a0DE DIREITO DA [[Vara]] VARA DO TRABALHO DA\u00a0[[Comarca]]\u00a0DE\u00a0[[Cidade do cliente]]\/[[UF do cliente]].<\/strong><\/p><p><strong>[[Nome do cliente]]<\/strong>, [[Nacionalidade do cliente]],\u00a0[[Estado civil do cliente]],\u00a0[[Profiss\u00e3o do cliente]], [[Sexo do cliente]],\u00a0nascido(a)\u00a0em\u00a0[[Data de nascimento do cliente]], \u00a0inscrito(a) no CPF sob n\u00ba\u00a0[[CPF\/CNPJ do cliente]], RG sob n\u00ba [[RG do cliente]], residente e domiciliado(a) na\u00a0[[Endere\u00e7o do cliente]], [[Cidade do cliente]]\/[[UF do cliente]], CEP XXXX,\u00a0com endere\u00e7o eletr\u00f4nico [[E-mail do cliente]], representado nesta a\u00e7\u00e3o por seu\/sua advogado(a),\u00a0[[Outorgados]], conforme procura\u00e7\u00e3o anexa, com endere\u00e7o profissional na\u00a0[[Endere\u00e7o do escrit\u00f3rio]],\u00a0[[Cidade do escrit\u00f3rio]]\/[[UF do escrit\u00f3rio]], vem respeitosamente \u00e0 presen\u00e7a de Vossa Excel\u00eancia, conforme os fundamentos de fato e de direito postos a seguir, propor a presente\u00a0<\/p><p><strong>RECLAMA\u00c7\u00c3O TRABALHISTA<\/strong><\/p><p>em face de\u00a0<strong>[[Parte contr\u00e1ria]]<\/strong>, (indicar se \u00e9 pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica), com CPF\/CNPJ sob n\u00ba \u2026, com sede na Rua \u2026, n\u00ba\u00a0\u2026, bairro &#8230;, CEP: \u2026, Munic\u00edpio\u2013 UF, pelas raz\u00f5es de fato e de direito que passa a aduzir e no final requer:<\/p><p><strong>I &#8211; DOS DADOS ESSENCIAIS DO CONTRATO DE TRABALHO<\/strong><\/p><p>O Reclamante foi contratado atrav\u00e9s de contrato\u00a0por prazo indeterminado, no dia\u00a001 de janeiro de 2016, para exercer a fun\u00e7\u00e3o de\u00a0Pedreiro, tendo recebido como \u00faltima e maior remunera\u00e7\u00e3o (sal\u00e1rio base e outras verbas salariais), o valor de\u00a0R$ 5.000,00 (cinco mil reais).<\/p><p>No desempenho de seu of\u00edcio, o Reclamante desenvolvia as seguintes atividades:\u00a0Realizava servi\u00e7os de constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p><p>O rompimento do contrato de trabalho ocorreu por\u00a0<strong>dispensa sem justa causa<\/strong>, no dia\u00a0<strong>01 de janeiro de 2021<\/strong>, quando o trabalho foi efetivamente interrompido.<\/p><p><strong>II &#8211; DO ACIDENTE DE TRABALHO &#8211; A OCORR\u00caNCIA DO ACIDENTE E A EXIST\u00caNCIA DE DANO<\/strong><\/p><p>O Reclamante sofreu um acidente de trabalho\u00a0t\u00edpico\u00a0no dia\u00a001 de janeiro de 2021, do qual resultaram danos indeniz\u00e1veis que ser\u00e3o pleiteados nesta a\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Caiu um tijolo na cabe\u00e7a.<\/p><p>Em decorr\u00eancia do acidente, o Reclamante ficou afastado do trabalho, tendo, inclusive, sido afastado pela Previd\u00eancia Social\u00a0<strong>por acidente de trabalho<\/strong>.<\/p><p>O Reclamante, inclusive,\u00a0continua afastado do trabalho em decorr\u00eancia do acidente, existindo, ainda,\u00a0laudo pericial\u00a0dando conta de que o acidente ocorreu de fato, por causa do trabalho do Reclamante, como se pode notar pelo documento em anexo.<\/p><p><strong>III &#8211; DA CONFIGURA\u00c7\u00c3O DA RESPONSABILIDADE DA RECLAMADA PELO ACIDENTE T\u00cdPICO DE TRABALHO<\/strong><\/p><p>O acidente t\u00edpico de trabalho est\u00e1 definido no artigo 19 da Lei 8.213\/91.<\/p><p>De acordo com o que foi exposto em cap\u00edtulo anterior, est\u00e3o presentes e comprovados tanto o dano quanto a ocorr\u00eancia do acidente, cabendo agora demonstrar a responsabilidade da Reclamada pelos preju\u00edzos de ordem moral e financeira suportados pelo Reclamante.<\/p><p><strong>IV &#8211; DA RESPONSABILIDADE PELA \u00d3TICA OBJETIVA (TEORIA DO RISCO)<\/strong><\/p><p>Como se pode notar da descri\u00e7\u00e3o dos fatos que ocasionaram o acidente, fica claro que o trabalho do Reclamante era exposto\u00a0a situa\u00e7\u00e3o de risco para si e para terceiros, enquadrando-se perfeitamente na hip\u00f3tese do par\u00e1grafo \u00fanico do art. 927 do C\u00f3digo Civil.<\/p><p>De acordo com a tabela da RAT (Risco Ambiental do Trabalho), as atividades da Reclamada est\u00e3o enquadradas como de n\u00edvel\u00a01, o que <em>&#8220;de per si&#8221;\u00a0<\/em>j\u00e1 demonstra que o trabalho do Reclamante estava sujeito a n\u00edveis de risco acima do normal, indo de encontro ao que prescreve o par\u00e1grafo acima citado.<\/p><p>Para a configura\u00e7\u00e3o do acidente t\u00edpico, sob a \u00f3tica da responsabilidade objetiva, combinam doutrina e jurisprud\u00eancia no sentido de ser necess\u00e1ria a presen\u00e7a de apenas dois requisitos elementares:<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Ocorr\u00eancia do dano;<\/li>\n\n\n\n<li>Nexo causal entre o dano e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o.<\/li>\n<\/ol><p>E como se pode observar da descri\u00e7\u00e3o do acidente, realizada acima, ambos os requisitos est\u00e3o presentes <em>&#8220;in casu&#8221;<\/em>, uma vez que o dano inequ\u00edvoco (vide documentos em anexo) originou-se no exerc\u00edcio do trabalho do Reclamante.<\/p><p>Saliente-se, por oportuno, que o fato do art. 7\u00ba, inciso XXVIII, da CF, exigir a presen\u00e7a de dolo ou culpa do empregador, n\u00e3o afasta a incid\u00eancia da responsabilidade civil objetiva, uma vez que, em decorr\u00eancia do\u00a0princ\u00edpio constitucional da prote\u00e7\u00e3o do trabalhador, a norma mais favor\u00e1vel deve sempre prevalecer quando em conflito com outra, qualquer que seja sua natureza ou grau hier\u00e1rquico.<\/p><p>Anote-se, neste sentido, o entendimento\u00a0<strong>consolidado<\/strong>\u00a0no Egr\u00e9gio Tribunal Superior do Trabalho:<\/p><p><em>&#8220;3. Assim, verifica-se que est\u00e3o configurados os elementos que ensejam o dever de repara\u00e7\u00e3o, nos termos da teoria da responsabilidade objetiva: o dano (transtornos psicol\u00f3gicos decorrentes do acidente de trabalho) e o nexo de causalidade (acidente relacionado com o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o). Intelig\u00eancia dos arts. 186, 927, par\u00e1grafo \u00fanico, e 950 do C\u00f3digo Civil. Recurso de Revista conhecido e provido.&#8221;\u00a0(TST \u2013 RR: 11343320125240007Data de Julgamento: 29\/04\/2015, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DEJT 04\/05\/2015).<\/em><\/p><p><strong>V &#8211; DA RESPONSABILIDADE PELA \u00d3TICA SUBJETIVA<\/strong><\/p><p>O C\u00f3digo Civil Brasileiro (de aplica\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria nesta Justi\u00e7a Especializada), estabelece, em seu art. 186, que:<\/p><p><em>&#8220;Aquele que, por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o volunt\u00e1ria, neglig\u00eancia ou imprud\u00eancia, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato il\u00edcito.&#8221;<\/em><\/p><p>Mais adiante, o artigo 927 do mesmo diploma legal complementa o escopo, prevendo a obriga\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o do dano.<\/p><p>Nestes termos, tem-se que a configura\u00e7\u00e3o da responsabilidade civil subjetiva do empregador por acidente de trabalho se assenta sob 3 (tr\u00eas) pilares fundamentais:<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Ocorr\u00eancia do dano;<\/li>\n\n\n\n<li>Nexo causal entre o dano e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o;<\/li>\n\n\n\n<li>Culpa do empregador pela ocorr\u00eancia do acidente.<\/li>\n<\/ol><p>Os danos restam plenamente demonstrados pelos documentos juntados nesta oportunidade, sendo indiscut\u00edvel o nexo causal, j\u00e1 que o Reclamante encontrava-se trabalhando para a Reclamada na ocasi\u00e3o do acidente.<\/p><p>A culpa da Reclamada se apresenta, assim, de maneira inquestion\u00e1vel quando analisado o contexto f\u00e1tico acima exposto, notadamente pelo fato de que o acidente ocorreu\u00a0<strong>por ordem direta do superior hier\u00e1rquico<\/strong>, para que o Reclamante realizasse atividade que\u00a0<strong>n\u00e3o estava dentro de suas fun\u00e7\u00f5es<\/strong>, e para a qual o Reclamante\u00a0<strong>n\u00e3o foi treinado<\/strong>.<\/p><p>Sen\u00e3o, vejamos um rol das neglig\u00eancias e\/ou imprud\u00eancias praticadas e\/ou omitidas pela empresa Reclamada:<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>N\u00e3o realizou\u00a0nenhum tipo de treinamento\u00a0para que o Reclamante exercesse suas fun\u00e7\u00f5es, afrontando assim o art. 157, incico II da CLT, bem como o item 1.7. B, da NR 1;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o possu\u00eda\u00a0Programa de Preven\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais\u00a0(PPRA), nos termos do que estabelece a NR 9;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o possu\u00eda\u00a0Comiss\u00e3o Interna de Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes\u00a0(CIPA), nos termos do que estabelece a NR 5;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o forneceu\u00a0nenhum equipamento de seguran\u00e7a\u00a0durante todo o contrato de trabalho, afrontando, assim a NR 6.<\/li>\n<\/ol><p>Todas estas circunst\u00e2ncias tornaram o ambiente de trabalho inadequado para a fun\u00e7\u00e3o exercida, vindo seu conjunto, aliado a outras circunt\u00e2ncias j\u00e1 expostas, a ser\u00a0<strong>determinante<\/strong>\u00a0para que o infort\u00fanio ocorresse.<\/p><p>Certo \u00e9 que hodiernamente n\u00e3o existem mais d\u00favidas no sentido de que:<\/p><p><em>&#8220;A degrada\u00e7\u00e3o do ambiente laboral, caracterizado por condi\u00e7\u00f5es de trabalho inadequadas e riscos excessivos contribuem significativamente para a eleva\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de acidentes de trabalho.&#8221;\u00a0(Terezinha Castro Brasil, 2009,\u00a0in\u00a0A degrada\u00e7\u00e3o do meio ambiente laboral como causa de acidente de trabalho).<\/em><\/p><p>Destarte, <em>&#8220;ipso facto&#8221;<\/em>\u00a0est\u00e3o presentes todas as condi\u00e7\u00f5es para a configura\u00e7\u00e3o da responsabilidade civil da Reclamada no presente caso, inexistindo a presen\u00e7a de qualquer uma das causa excludentes de responsabilidade.<\/p><p><strong>VI &#8211; DOS DANOS DECORRENTES DO ACIDENTE DE TRABALHO<\/strong><\/p><p>Em decorr\u00eancia do acidente de trabalho sofrido, o Reclamante suportou danos pass\u00edveis de indeniza\u00e7\u00e3o, nos termos do que prescreve o 7\u00ba, inciso XXVIII, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o artigo 5\u00ba, inc. V e X, e os artigos 927, 186 do C\u00f3digo Civil.<\/p><p>Destarte, tendo em vista tudo que foi exposto anteriormente, o Reclamante tem direito \u00e0s seguintes indeniza\u00e7\u00f5es por danos decorrentes do acidente de trabalho:<\/p><p><strong>VII &#8211; DAS DESPESAS M\u00c9DICAS FUTURAS<\/strong><\/p><p>O Reclamante tamb\u00e9m tem direito a todas as demais despesas m\u00e9dicas que forem consideradas certas, porquanto imprescind\u00edveis, devendo ser\u00a0<strong>estimadas ao longo da vida<\/strong>\u00a0do Reclamante, e igualmente ser indenizadas atrav\u00e9s de liquida\u00e7\u00e3o por artigos ou arbitramento, nos termos do atual entendimento do E. TST:<\/p><p><em>&#8220;2.CUSTEIO DO TRATAMENTO M\u00c9DICO E PSICOL\u00d3GICO. DESPESAS FUTURAS. COMPROVA\u00c7\u00c3O. ARTIGO 396 DO CPC. IMPERTIN\u00caNCIA TEM\u00c1TICA. O comando inserto no artigo 396 do CPC n\u00e3o se relaciona diretamente com a controv\u00e9rsia que ora se analisa \u2013 ressarcimento de despesas futuras -, n\u00e3o se viabilizando o tr\u00e2nsito do apelo revisional pela vertente de sua afronta. Ademais, a jurisprud\u00eancia iterativa,\u00a0<strong>atual e not\u00f3ria desta Casa trilha no sentido de que as despesas futuras podem ser comprovadas na fase de liquida\u00e7\u00e3o<\/strong>, emergindo como \u00f3bice \u00e0 pretens\u00e3o recursal a S\u00famula n. 333\/TST e o artigo 896, \u00a7 4\u00ba, da CLT (atual \u00a7 7\u00ba) Recurso de Revista n\u00e3o conhecido.&#8221; (TST \u2013 Processo: RR 658004020075010401 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o: DEJT 18\/09\/2015 \u2013 Julgamento: 09\/09\/2015 \u2013 grifos nossos).<\/em><\/p><p>Alternativamente, requer que o pagamento das despesas m\u00e9dicas futuras seja feito atrav\u00e9s de comprova\u00e7\u00e3o, conforme apurado no ju\u00edzo da execu\u00e7\u00e3o continuada, at\u00e9 o reestablecimento completo do do Reclamante, sem limita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, nos termos do quanto decidido no ARR-1997-52.2012.5.10.0015, relatado pela\u00a0<strong>Ministra K\u00e1tia Magalh\u00e3es<\/strong>, em ac\u00f3rd\u00e3o datado de 06 de junho de 2018:<\/p><p><em>&#8220;Considerando que o montante arbitrado nas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias n\u00e3o pode ser reduzido, ante a veda\u00e7\u00e3o da reforma para pior (RR do reclamante), mas tamb\u00e9m levando em conta que n\u00e3o pode haver a limita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via das despesas m\u00e9dicas, deve ser provido o recurso de revista para n\u00e3o limitar a condena\u00e7\u00e3o ao pagamento de R$ 250 mil e\u00a0<strong>determinar o pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais pelas despesas com tratamento at\u00e9 a convalescen\u00e7a, conforme apurado no ju\u00edzo da execu\u00e7\u00e3o continuada, exigindo-se em todo caso a prova das despesas, a ser apresentada na Vara do Trabalho<\/strong>.&#8221; (TST \u2013 Processo ARR-1997-52.2012.5.10.0015 \u2013 relatora: Ministra K\u00e1tia Magalh\u00e3es Arruda, Julgamento: 06\/06\/2018).<\/em><\/p><p><strong>VIII &#8211; DO CUSTEIO DE PLANO DE SA\u00daDE<\/strong><\/p><p>\u00c9 fato not\u00f3rio que as empresas de seguro, via de regra, se recusam a aceitar em seus planos (ou cobram valores impratic\u00e1veis) pessoas com alguma patologia ou limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica, como \u00e9 o caso do Reclamante.<\/p><p>Anote-se aqui, por analogia, a s\u00famula 440 do TST que trata do seguro sa\u00fade para o empregado afastado do trabalho em decorr\u00eancia do recebimento de aux\u00edlio previdenci\u00e1rio.<\/p><p><em>&#8220;AUX\u00cdLIO-DOEN\u00c7A ACIDENT\u00c1RIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. SUSPENS\u00c3O DO CONTRATO DE TRABALHO. RECONHECIMENTO DO DIREITO \u00c0 MANUTEN\u00c7\u00c3O DE PLANO DE SA\u00daDE OU DE ASSIST\u00caNCIA M\u00c9DICA \u2013 Res. 185\/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012.\u00a0<strong>Assegura-se o direito \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de plano de sa\u00fade ou de assist\u00eancia m\u00e9dica oferecido pela empresa ao empregado, n\u00e3o obstante suspenso o contrato de trabalho em virtude de aux\u00edlio-doen\u00e7a acident\u00e1rio ou de aposentadoria por invalidez.&#8221;<\/strong><\/em><\/p><p>Atualmente, um plano de sa\u00fade para uma pessoa nas condi\u00e7\u00f5es do Reclamante est\u00e1 avaliado em\u00a0<strong>R$ 500,00 (quinhentos reais)<\/strong>, conforme se pode constatar dos documentos em anexo, totalizando, assim, tendo em vista a expectativa de sobrevida do Reclamante,\u00a0<strong>R$ XX (reais)<\/strong>, \u00e0 t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o para que o Reclamante n\u00e3o tenha que arcar com este elevado custo.<\/p><p><strong>IX &#8211; DOS DANOS MORAIS<\/strong><\/p><p>As dores suportadas pelo Reclamante em decorr\u00eancia do acidente de trabalho certamente n\u00e3o se resumem aos denominados\u00a0<em>pequenos dissabores cotidianos<\/em>.<\/p><p>Em que pese o dano ter sido tempor\u00e1rio, certo \u00e9 o cabimento de repara\u00e7\u00e3o por danos morais, uma vez que este visa compensar pelo sofrimento, passado, presente e futuro, suportado em decorr\u00eancia do acidente.<\/p><p>O cabimento de danos morais em caso de incapacidade tempor\u00e1ria \u00e9 amplamente reconhecido pelos Tribunais p\u00e1trios, valendo citar, a t\u00edtulo de exemplo, julgado proveniente do Colendo Tribunal Superior do Trabalho:<\/p><p><em>&#8220;RECURSO DE REVISTA. ACIDENTE DE TRABALHO. EMPREGADO CHAMADO PARA AJUDAR NA DESCARGA DE CAMINH\u00c3O. LES\u00c3O DE LIGAMENTO.\u00a0<strong>INCAPACIDADE PARCIAL E TEMPOR\u00c1RIA. DANO MORAL. Verifica-se que o TRT manteve a condena\u00e7\u00e3o ao pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral com amparo nas provas dos autos que, segundo aquela Corte, demonstraram o dano, o nexo de causalidade e a culpa do empregador.\u00a0<\/strong>Diante disso, para que esta Corte pudesse decidir de modo contr\u00e1rio, que n\u00e3o houve culpa da reclamada, seria necess\u00e1rio o reexame de fatos e provas; procedimento invi\u00e1vel, ante o \u00f3bice da S\u00famula n\u00ba 126 do TST. A incid\u00eancia dessa s\u00famula impede a an\u00e1lise da alegada viola\u00e7\u00e3o de lei, bem como dos arestos colacionados. Recurso de revista de que n\u00e3o se conhece.&#8221;\u00a0(TST \u2013 Processo: RR 14648020115090072 \u2013 Relator(a): K\u00e1tia Magalh\u00e3es Arruda \u2013 Julgamento: 19\/03\/2014 \u2013 \u00d3rg\u00e3o Julgador: 6\u00aa Turma \u2013 Publica\u00e7\u00e3o: DEJT 21\/03\/2014 \u2013 grifos nossos).<\/em><\/p><p>Acerca do valor devido, o Reclamante requer que seja arbitrado valor razo\u00e1vel por Vossa Excel\u00eancia, considerando os par\u00e2metros reconhecidos pela jurisprud\u00eancia p\u00e1tria:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O grau de culpa da Reclamada, que, no caso foi\u00a0<strong>grav\u00edssima<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>A natureza e a extens\u00e3o do dano, que apesar de, no caso, ter sido tempor\u00e1ria, ainda assim implica o dever de indenizar;<\/li>\n\n\n\n<li>O\u00a0<strong>car\u00e1ter punitivo<\/strong>\u00a0da indeniza\u00e7\u00e3o, que, no caso, deve observar o porte econ\u00f4mico da Reclamada, a fim de que a condena\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>n\u00e3o seja irrelevante<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>O\u00a0<strong>porte econ\u00f4mico<\/strong>\u00a0do empregador.<\/li>\n<\/ul><p>Cab\u00edvel, assim, uma condena\u00e7\u00e3o \u00e0 t\u00edtulo de danos morais, nos par\u00e2metros acima delineados, em valor razo\u00e1vel, mas que n\u00e3o se espera seja inferior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).<\/p><p><strong>X &#8211; DO SEGURO DESEMPREGO INDENIZADO<\/strong><\/p><p>O Reclamante n\u00e3o recebeu as guias CD e RSD at\u00e9 o presente momento, e considerando a possibilidade de n\u00e3o haver a regulariza\u00e7\u00e3o a tempo, sendo 120 (cento e vinte dias) dias nos termos da Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 467\/05\u00a0o pagamento indenizado mostra-se como medida de rigor.<\/p><p>De acordo com a Lei 7.998\/90 e suas posteriores altera\u00e7\u00f5es, o Reclamante tem direito a\u00a0<strong>5 (cinco)\u00a0<\/strong>parcelas de seguro desemprego, uma vez que:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Est\u00e1 (ou ficou durante o per\u00edodo respectivo) desempregado;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o recebeu seguro desemprego nos \u00faltimos 16 (dezesseis) meses;<\/li>\n\n\n\n<li>O desligamento do contrato ocorreu por\u00a0<strong>dispensa sem justa causa<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Trabalhou\u00a0<strong>59 (cinquenta e nove) meses<\/strong>\u00a0com no m\u00ednimo 15 (quinze) dias no m\u00eas, no contrato objeto desta a\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Recebeu\u00a0<strong>60 (sessenta) sal\u00e1rios<\/strong>\u00a0no contrato objeto desta a\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Trabalhou, al\u00e9m deste contrato, mais\u00a0<strong>1<\/strong>\u00a0(um) m\u00eas\u00a0nos \u00faltimos 36 (trinta e seis) meses.<\/li>\n<\/ul><p>Com efeito, o pagamento indenizado \u00e9 devido sempre que o regular recebimento se tornar imposs\u00edvel pela falta de entrega das guias necess\u00e1rias, nos termos do que orienta a S\u00famula 389 do Colendo TST:<\/p><p><em>S\u00famula n\u00ba 389 do TST. &#8220;SEGURO-DESEMPREGO. COMPET\u00caNCIA DA JUSTI\u00c7A DO TRABALHO. DIREITO \u00c0 INDENIZA\u00c7\u00c3O POR N\u00c3O LIBERA\u00c7\u00c3O DE GUIAS (convers\u00e3o das Orienta\u00e7\u00f5es Jurisprudenciais n\u00bas 210 e 211 da SBDI-1) \u2013 Res. 129\/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005<\/em><\/p><p><em>I \u2013 Inscreve-se na compet\u00eancia material da Justi\u00e7a do Trabalho a lide entre empregado e empregador tendo por objeto indeniza\u00e7\u00e3o pelo n\u00e3o-fornecimento das guias do seguro-desemprego. (ex-OJ n\u00ba 210 da SBDI-1 \u2013 inserida em 08.11.2000).<\/em><\/p><p><em>II &#8211;\u00a0O n\u00e3o-fornecimento pelo empregador da guia necess\u00e1ria para o recebimento do seguro-desemprego d\u00e1 origem ao direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o. (ex-OJ n\u00ba 211 da SBDI-1 \u2013 inserida em 08.11.2000).&#8221;<\/em><\/p><p>Desta forma, requer desde j\u00e1 o pagamento indenizado de\u00a0<strong>5 (cinco)\u00a0<\/strong>parcelas do seguro desemprego, avaliadas, cada uma, com base na m\u00e9dia das 3 (tr\u00eas) \u00faltimas remunera\u00e7\u00f5es do Reclamante, no valor de\u00a0<strong>R$ 1.813,03 (mil, oitocentos e treze reais e tr\u00eas centavos)<\/strong>, totalizando\u00a0<strong>R$ 9.065,15 (nove mil, sessenta e cinco reais e quinze centavos)<\/strong>.<\/p><p><strong>XI &#8211; DO PEDIDO DE CONCESS\u00c3O DOS BENEF\u00cdCIOS DA JUSTI\u00c7A GRATUITA POR DECLARA\u00c7\u00c3O DE HIPOSSUFICI\u00caNCIA<\/strong><\/p><p>O Reclamante n\u00e3o possui recursos suficientes para arcar com o pagamento das custas processuais estimadas para este processo.<\/p><p>A presente declara\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ser realizada por este procurador, devidamente habilitado para tanto (Procura\u00e7\u00e3o, doc. 1), tamb\u00e9m \u00e9 acompanhada do instrumento formal em anexo (Declara\u00e7\u00e3o de Hipossufici\u00eancia, doc. 2) assinado pelo Reclamante sob as penas da lei.<\/p><p>A possibilidade de tal comprova\u00e7\u00e3o ser realizada por via de declara\u00e7\u00e3o, mesmo ap\u00f3s o advento da Lei 13.467\/17, vem sendo reconhecida tanto pela doutrina especializada quanto pela jurisprud\u00eancia p\u00e1tria recentes, apenas cedendo lugar\u00a0quando exista nos autos prova em sentido contr\u00e1rio.<\/p><p>Neste sentido vem sendo o entendimento majorit\u00e1rio da primeira inst\u00e2ncia da Justi\u00e7a do Trabalho brasileira, tendo sido igualmente no mesmo sentido a valiosa li\u00e7\u00e3o do Ministro do TST\u00a0Mauricio Godinho Delgado, no indispens\u00e1vel e oportuno <em>&#8220;<strong>A reforma trabalhista no Brasil: com os coment\u00e1rios \u00e0 Lei n. 13.467\/17&#8243;<\/strong><\/em>, obra escrita em conjunto com sua filha, a jurista\u00a0Gabriela Neves Delgado:<\/p><p><em>&#8220;[&#8230;] diz o novo \u00a7 4\u00ba\u00a0do art. 790 da CLT que o benef\u00edcio da justi\u00e7a gratuita somente ser\u00e1 concedido \u201c\u00e0 parte que comprovar insufici\u00eancia de recursos para o pagamento das custas do processo\u201d.\u00a0<strong>Essa comprova\u00e7\u00e3o pode se fazer, em princ\u00edpio, pela declara\u00e7\u00e3o de pr\u00f3prio punho da pessoa natural do autor da a\u00e7\u00e3o, bem como pela declara\u00e7\u00e3o de seu procurador no processo<\/strong>\u00a0(art. 105, in fine, CPC-2015), desde que autorizado por \u201ccl\u00e1usula espec\u00edfica\u201d contida no instrumento de mandato (procura\u00e7\u00e3o) \u2013 S\u00famula n. 463, I, TST.<br>Entretanto, tais declara\u00e7\u00f5es podem n\u00e3o bastar,\u00a0<strong>caso exista nos autos prova em sentido contr\u00e1rio<\/strong>, juntada pela parte adversa ou n\u00e3o; mesmo assim, antes de indeferir o pedido, deve o Magistrado \u201cdeterminar \u00e0 parte a comprova\u00e7\u00e3o do preenchimento dos referidos pressupostos\u201d (\u00a7 2\u00ba, in fine, do art. 99 do CPC-2015).&#8221;\u00a0(Delgado, Maur\u00edcio Godinho, A reforma trabalhista no Brasil: com os coment\u00e1rios \u00e0 Lei n. 13.467\/17 \/ Mauricio Godinho Delgado, Gabriela Neves Delgado. \u2013 S\u00e3o Paulo : LTr, 2017. \u2013 fls. 324\/325 \u2013 sem grifos no original).<\/em><\/p><p>Recentemente, inclusive, o pr\u00f3prio TST, atrav\u00e9s de sua 2\u00aa Turma, entendeu que:<\/p><p><em>\u201cA<strong>\u00a0simples afirma\u00e7\u00e3o do reclamante de que n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es financeiras de arcar com as despesas do processo autoriza a concess\u00e3o da Justi\u00e7a gratuita \u00e0 pessoa natural<\/strong>.\u201d (RR \u2013 340-21.2018.5.06.0001, relator o Ministro Jos\u00e9 Roberto Freire Pimenta, ac\u00f3rd\u00e3o proferido em 15\/05\/2020).<\/em><\/p><p>Com efeito, existe uma \u00fanica interpreta\u00e7\u00e3o realmente sintonizada aos preceitos constitucionais e \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o processual adjetiva mais ben\u00e9fica, podendo concluir-se, \u00e0 partir dela, que \u00e9 necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>atrav\u00e9s<\/strong>\u00a0de Declara\u00e7\u00e3o Formal de Hipossufici\u00eancia, a ser suprida nos termos da legisla\u00e7\u00e3o supletiva.<\/p><p><em>A contrario senso<\/em>\u00a0posiciona-se o entendimento de que o Reclamante deveria demonstrar, por todos os meios de prova em direito admitidos, a\u00a0insufici\u00eancia de recursos para o pagamento das custas do processo.<\/p><p>Neste caso, pergunta-se: o que exatamente o Reclamante dever\u00e1 fazer? Dever\u00e1 apresentar seu or\u00e7amento dom\u00e9stico dos \u00faltimos meses, qui\u00e7\u00e1 dos \u00faltimos anos?<\/p><p>Enfim, sobram d\u00favidas para interpretar o termo\u00a0comprova\u00e7\u00e3o, Douto Magistrado, mostrando-se, com efeito, em maior sintonia com o texto constitucional o entendimento de que a dita comprova\u00e7\u00e3o possa ser realizada atrav\u00e9s de declara\u00e7\u00e3o formal,\u00a0<strong>e ser concedida nos termos dos arts. 98 e 99 do CPC, em especial pelo \u00a7 3\u00ba deste \u00faltimo<\/strong>, o que fica desde j\u00e1 requerido na esp\u00e9cie.<\/p><p>Destarte, requer desde j\u00e1 que a concess\u00e3o da Justi\u00e7a Gratuita seja deferida, em interpreta\u00e7\u00e3o conforme a constitui\u00e7\u00e3o, com fundamento na Declara\u00e7\u00e3o de Hipossufici\u00eancia em anexo, tendo em vista a compatibilidade entre tal requerimento e o \u00a7 4\u00ba do art. 790 da CLT.<\/p><p><strong>XII &#8211; DO PEDIDO DE CONTROLE DIFUSO DE CONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p><p>Em continuidade, e\u00a0<strong>apenas na hip\u00f3tese de Vossa Excel\u00eancia entender pela inaplicabilidade da comprova\u00e7\u00e3o pela via de declara\u00e7\u00e3o<\/strong>, o Reclamante,\u00a0<em>data maxima venia<\/em>, ir\u00e1 requerer, por cautela, a an\u00e1lise incidental de sua constitucionalidade.<\/p><p>Al\u00e9m disso, o Reclamante tamb\u00e9m ir\u00e1 requerer, na hip\u00f3tese do julgamento da ADI 5.766 ainda n\u00e3o ter terminado, a an\u00e1lise incidental dos absolutamente teratol\u00f3gicos \u00a7 4\u00ba do art. 791-A, e \u00a7 4\u00ba do art. 790-B, caput.<\/p><p>E o faz para que a Justi\u00e7a Gratuita seja concedida sem necessidade de comprova\u00e7\u00e3o (art. 790 \u00a7 4\u00ba), e para que, uma vez concedida, que n\u00e3o sejam aplic\u00e1veis as limita\u00e7\u00f5es impostas (art. 790-B,\u00a0<em>caput<\/em>\u00a0e \u00a7 4\u00ba, e \u00a7 4\u00ba do art. 791-A) pela Lei 13.467\/17.<\/p><p>Acerca da possibilidade do controle difuso de constitucionalidade nesta especializada, Excel\u00eancia, vale citar o que restou consignado no\u00a0Enunciado n\u00ba 2 da Comiss\u00e3o n\u00ba 1\u00a0da\u00a0<strong>2\u00ba Jornada de Direito Material e Processual do Trabalho<\/strong>\u00a0promovida pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados da Justi\u00e7a do Trabalho (Anamatra) entre os dias 9 e 10 de outubro de 2017:<\/p><p><em><strong>INTERPRETA\u00c7\u00c3O E APLICA\u00c7\u00c3O DA LEI 13.467\/2017<\/strong><\/em><\/p><p><em>&#8220;Ementa:\u00a0Os ju\u00edzes do trabalho, \u00e0 maneira de todos os demais magistrados, em todos os ramos do judici\u00e1rio, devem cumprir e fazer cumprir a constitui\u00e7\u00e3o e as leis,\u00a0o que importa no exerc\u00edcio do controle difuso de constitucionalidade e no controle de convencionalidade das leis, bem como no uso de todos os m\u00e9todos de interpreta\u00e7\u00e3o\/aplica\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis.&#8221;<\/em><\/p><p>De qualquer forma, o Reclamante genuinamente lamenta, Excel\u00eancia, o fato de ser obrigado a apresentar raz\u00f5es processuais t\u00e3o longas nesta especializada, por\u00e9m, a possibilidade real de advir preju\u00edzo em decorr\u00eancia de uma legisla\u00e7\u00e3o em grande parte\u00a0<strong>inconstitucional<\/strong>, n\u00e3o poderia deixar margem para atitude diversa.<\/p><p><strong>XIII &#8211; DA AGRESS\u00c3O AO DIREITO DE ACESSO \u00c0 JUSTI\u00c7A<\/strong><\/p><p><em>&#8220;O acesso \u00e0 justi\u00e7a \u00e9 o primeiro dos direitos do ser humano a ser efetivamente assegurado, pois atrav\u00e9s de seu exerc\u00edcio \u00e9 que ser\u00e3o reconhecidos os demais.&#8221; (Cappelletti e Garth \u2013 1998).<\/em><\/p><p>Dentre as regras de direito processual introduzidas pela nova legisla\u00e7\u00e3o encontram-se v\u00e1rios dispositivos que possuem a n\u00edtida e declarada inten\u00e7\u00e3o de inviabilizar o ajuizamento de reclama\u00e7\u00f5es trabalhistas.<\/p><p>Tais disposi\u00e7\u00f5es contrariam de forma direta e incontest\u00e1vel o mandamento constitucional, na medida em que\u00a0<strong>dificultam a concess\u00e3o e tornam a Justi\u00e7a Gratuita parcial<\/strong>, limitando drasticamente seu alcance e efeitos.<\/p><p>Vejamos, ent\u00e3o, com a brevidade poss\u00edvel, cada uma das inconstitucionalidades espec\u00edficas que se requer que sejam declaradas incidentalmente:<\/p><p><em>Art. 790. &#8220;[&#8230;]<\/em><\/p><p><em>\u00a7 4\u00ba. O benef\u00edcio da justi\u00e7a gratuita ser\u00e1 concedido \u00e0 parte que\u00a0comprovar\u00a0insufici\u00eancia de recursos para o pagamento das custas do processo.&#8221; (NR).<\/em><\/p><p>Em sentido diametralmente oposto, Douto Julgador, o CPC de 2015 previu expressamente no \u00a7 3\u00ba de seu artigo 99 que:<\/p><p><em>Art. 99. &#8220;[&#8230;]<\/em><\/p><p><em>\u00a7 3\u00ba.\u00a0<strong>Presume-se verdadeira<\/strong>\u00a0a alega\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia deduzida exclusivamente por pessoa natural.&#8221;<\/em><\/p><p>Ent\u00e3o, Douto Magistrado, esta \u00e9 a regra do processo civil, onde n\u00e3o se considera, pelo menos n\u00e3o \u00e0 princ\u00edpio, que as partes estejam em condi\u00e7\u00e3o de desigualdade.<\/p><p>De outro lado, no Direito do Trabalho, que \u00e9 (ou pelo menos era, at\u00e9 o advento da dita\u00a0Moderniza\u00e7\u00e3o Trabalhista) norteado pelo princ\u00edpio da prote\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 necess\u00e1rio agora que o trabalhador\u00a0<strong>comprove<\/strong>\u00a0que n\u00e3o possui condi\u00e7\u00f5es de arcar com os custos do processo.<\/p><p>Procedendo de tal forma, a legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, ao conceder incompar\u00e1vel vantagem ao litigante no processo civil, al\u00e9m de ofender diretamente os incisos LXXIV, LIV, LV e XXXV, tamb\u00e9m ofendeu o princ\u00edpio da igualdade constante no caput do artigo 5\u00ba da CF, ofendendo, ainda, outras disposi\u00e7\u00f5es legais, constitucionais e conven\u00e7\u00f5es internacionais, as quais est\u00e3o consignadas expressamente em cap\u00edtulo espec\u00edfico adiante.<\/p><p>Destarte, requer desde j\u00e1 a declara\u00e7\u00e3o incidental de inconstitucionalidade do \u00a7 4\u00ba (inteiro) do art. 790 da Lei 13.467\/17, com aplica\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria do CPC (especialmente do art. 99 \u00a7 3\u00ba) para a concess\u00e3o da Justi\u00e7a Gratuita.<\/p><p><em>&#8220;Assim sendo, imp\u00f5e-se, nesse contexto, uma interpreta\u00e7\u00e3o que garanta a m\u00e1xima efetividade desse direito fundamental, sob pena de esvaziar-se, por meio de sucessivas restri\u00e7\u00f5es, ele pr\u00f3prio e todos os demais direitos por ele assegurados.&#8221;\u00a0(Voto do Ministro Edson Fachin no julgamento da ADI 5766, que julga a constitucionalidade da Reforma Trabalhista no que tange aos dispositivos questionados neste cap\u00edtulo).<\/em><\/p><p>Antes da chamada Moderniza\u00e7\u00e3o Trabalhista, Douto Magistrado, o artigo 790-B da CLT estabelecia que o pagamento dos honor\u00e1rios periciais seria da parte sucumbente na pretens\u00e3o objeto da per\u00edcia,\u00a0salvo se\u00a0benefici\u00e1ria de Justi\u00e7a Gratuita.<\/p><p>Agora, numa invers\u00e3o completa dos valores constitucionais, o referido dispositivo passou a determinar o pagamento\u00a0ainda que\u00a0o sucumbente seja benefici\u00e1rio da Justi\u00e7a Gratuita.<\/p><p>Indo na mesma linha de restringir o acesso ao Poder Judici\u00e1rio pelo trabalhador hipossuficiente, o \u00a7 4\u00ba do artigo em quest\u00e3o estabelece a possibilidade de descontar os honor\u00e1rios periciais dos cr\u00e9ditos auferidos pelo trabalhador,\u00a0ainda que\u00a0em outro processo.<\/p><p>E tratando acerca dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia, a mesma situa\u00e7\u00e3o repete-se no \u00a7 4\u00ba do art. 791-A, ou seja, o benefici\u00e1rio da Justi\u00e7a gratuita apenas ser\u00e1 isento de pagamento<em> &#8220;caso\u00a0n\u00e3o tenha obtido em ju\u00edzo, ainda que em outro processo, cr\u00e9ditos capazes de suportar a despesa.&#8221;<\/em><\/p><p>Tais normas, Excel\u00eancia, ignoram o fato de que a Justi\u00e7a Gratuita, quando concedida, n\u00e3o pode ser limitada em hip\u00f3tese alguma, sob pena de clara viola\u00e7\u00e3o ao art. LXXIV da CF, que estabelece, expressamente, que a assist\u00eancia jur\u00eddica deve ser integral.<\/p><p>Neste sentido foi o l\u00facido e alvissareiro voto do Ministro Edson Fachin:<\/p><p><em>&#8220;<strong>As limita\u00e7\u00f5es impostas pela Lei 13.467\/2017 afrontam a consecu\u00e7\u00e3o dos objetivos e desnaturam os fundamentos da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de 1988, pois esvaziam direitos fundamentais essenciais dos trabalhadores<\/strong>, exatamente, no \u00e2mbito das garantias institucionais necess\u00e1rias para que lhes seja franqueado o acesso \u00e0 Justi\u00e7a, propulsor da busca de seus direitos fundamentais sociais, especialmente os trabalhistas.&#8221; (Voto do Ministro Edson Fachin dando provimento \u00e0 ADI que julga a constitucionalidade da Reforma Trabalhista no que tange ao acesso \u00e0 Justi\u00e7a \u2013 na \u00edntegra em anexo, ou neste link).<\/em><\/p><p>Tamb\u00e9m neste sentido a orienta\u00e7\u00e3o hermen\u00eautica do\u00a0Enunciado n\u00ba 3 da Comiss\u00e3o n\u00ba 7\u00a0da multicitada\u00a02\u00ba Jornada de Direito Material e Processual do Trabalho\u00a0promovida pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados da Justi\u00e7a do Trabalho (Anamatra), no sentido de que:<\/p><p><em><strong>HONOR\u00c1RIOS E ASSIST\u00caNCIA JUDICI\u00c1RIA<\/strong><\/em><\/p><p><em>&#8220;Ementa:\u00a0\u00c9 inconstitucional a previs\u00e3o de utiliza\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos trabalhistas reconhecidos em ju\u00edzo para o pagamento de despesas do benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita com honor\u00e1rios advocat\u00edcios ou periciais (artigos 791-A, \u00a7 4\u00ba, e 790-B, \u00a7 4\u00ba, da CLT, com a reda\u00e7\u00e3o dada pela lei n\u00ba 13.467\/2017), por ferir os direitos fundamentais \u00e0 assist\u00eancia judici\u00e1ria gratuita e integral, prestada pelo estado, e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio (artigos 5\u00ba, LXXIV, e 7\u00ba, X, da CF).&#8221;<\/em><\/p><p>Destarte, na hip\u00f3tese de ainda n\u00e3o se ter concretizado o julgamento da ADI 5766, requer desde j\u00e1 a declara\u00e7\u00e3o incidental de inconstitucionalidade da express\u00e3o ainda que benefici\u00e1ria da Justi\u00e7a Gratuita, do\u00a0<em>caput<\/em>, e do \u00a7 4\u00ba (inteiro) do art. 790-B da CLT, bem como da express\u00e3o (\u2026)\u00a0desde que n\u00e3o tenha obtido em ju\u00edzo, ainda que em outro processo, cr\u00e9ditos capazes de suportar a despesa (\u2026)\u00a0encontrada no \u00a7 4\u00ba do art. 791-A da CLT.<\/p><p><strong>XIV &#8211; DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES LEGAIS, CONSTITUCIONAIS E TRATADOS INTERNACIONAIS VIOLADOS<\/strong><\/p><p>Por todo o exposto, o Reclamante requer desde j\u00e1 o reconhecimento incidental, em sede de controle difuso de constitucionalidade, das normas elencadas anteriormente, todas por limitar o direito fundamental de acesso \u00e0 Justi\u00e7a, ofendendo diretamente o artigo 5\u00ba, caput, e incisos XXXV, LXXIV, LIV, LV e XXXV da Magna Carta, al\u00e9m de ofender os artigos 1\u00ba, incisos III e IV, o artigo 3\u00ba , incisos I e III, e 7\u00ba, IV e X, e art. 9\u00ba tamb\u00e9m da CF, bem como os princ\u00edpios da prote\u00e7\u00e3o e da regra mais favor\u00e1vel ao trabalhador, o artigo 8, item 1, da Conven\u00e7\u00e3o Americana sobre Direitos Humanos, os artigos 8 e 10 da Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos do Homem, e o artigo 14, item 1, do Pacto Internacional Sobre Direitos Civis e Pol\u00edticos, tudo para que a Justi\u00e7a Gratuita seja concedida sem necessidade de comprova\u00e7\u00e3o, e sem as limita\u00e7\u00f5es citadas anteriormente.<\/p><p>Por fim, caso Vossa Excel\u00eancia entenda que n\u00e3o foram atendidos os pressupostos para a concess\u00e3o dos benef\u00edcios da Justi\u00e7a Gratuita, requer ainda que seja concedida a\u00a0<strong>oportunidade para que o Reclamante complemente com os documentos que Vossa Excel\u00eancia julgar necess\u00e1rios e aptos para a comprova\u00e7\u00e3o, nos termos do \u00a7 2\u00ba do art. 99, in fine do CPC<\/strong>.<\/p><p><strong>XV &#8211; DOS PEDIDOS<\/strong><\/p><p>Ante o exposto, requer:<\/p><p>a) O reconhecimento das situa\u00e7\u00f5es de fato e de direito acima expostas (conte\u00fado declarat\u00f3rio), bem como a condena\u00e7\u00e3o da Reclamada, para cumprir as determina\u00e7\u00f5es mandamentais e para pagar ao Reclamante as seguintes verbas, nos seguintes termos:<\/p><p>b) A\u00a0concess\u00e3o da Justi\u00e7a Gratuita por Declara\u00e7\u00e3o de Hipossufici\u00eancia, nos termos dos arts. 98 e 99 (especialmente seu \u00a7 3\u00ba) do do CPC, por interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o, ou pela declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade do \u00a7 4\u00ba do art. 790 da Lei 13.467\/17 pela via difusa;<\/p><p>c) O\u00a0controle difuso de constitucionalidade do art. 790-B,\u00a0<em>caput<\/em>\u00a0e \u00a7 4\u00ba, e do \u00a7 4\u00ba do art. 791-A, todos da Lei n\u00ba 13.467\/17, para que, uma vez concedida, a Justi\u00e7a Gratuita n\u00e3o seja limitada pelas regras constantes de suas respectivas disposi\u00e7\u00f5es;<\/p><p>d) O\u00a0pagamento indenizado de\u00a0<strong>5 (cinco)\u00a0<\/strong>parcelas do seguro desemprego, no valor preliminar de\u00a0<strong>R$ 9.065,15 (nove mil, sessenta e cinco reais e quinze centavos)<\/strong>;<\/p><p>e) O\u00a0reconhecimento da responsabilidade exclusiva da Reclamada, e o dever de indenizar os danos sofridos em decorr\u00eancia do acidente de trabalho, ou ent\u00e3o, subsidiariamente, o reconhecimento da concausalidade, com a configura\u00e7\u00e3o da culpa concorrente, diminuindo-se as indeniza\u00e7\u00e3o adiante requeridas na propor\u00e7\u00e3o da culpa;<\/p><p>f) A\u00a0juntada aos autos de\u00a0<strong>todos os documentos referentes aos procedimentos de seguran\u00e7a<\/strong>\u00a0referidos Normas Regulamentadoras, nos termos do art. 630 da CLT, portaria 3214\/78 e arts. 396 e 434 do CPC,\u00a0<strong>sob pena de revelia<\/strong>, j\u00e1 que se tratam de documentos de exist\u00eancia obrigat\u00f3ria, tais como, PCMSO, PCMAT, CAT, recibos de entrega de EPI\u2019s instru\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e demais documentos referidos nas NR 1 \u00e0 36 e NRR\u2019S 1 \u00c0 5;<\/p><p>g) O\u00a0recebimento da indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais, no valor estimado, preliminar, de\u00a0<strong>R$ 40.000,00 (quarenta mil reais)<\/strong>, nos termos do que exposto anteriormente;<\/p><p>h) A\u00a0incid\u00eancia de juros legais morat\u00f3rios;<\/p><p>i) A\u00a0incid\u00eancia de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria pelo \u00edndice IPCA-E, de acordo com o entendimento consolidado no E. TST;<\/p><p>j) Que sejam remetidos of\u00edcios para a Delegacia Regional do Trabalho, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, e \u00e0 Receita Federal, informando as irregularidades noticiadas, para que sejam tomadas as medidas cab\u00edveis, uma vez que a situa\u00e7\u00e3o do Reclamante pode estar se repetindo com outros funcion\u00e1rios da Reclamada;<\/p><p>k) Que a incid\u00eancia de imposto de renda, se devida em decorr\u00eancia do recebimento acumulado das verbas, seja suportada pela Reclamada;<\/p><p>l) A\u00a0condena\u00e7\u00e3o da Reclamada em de honor\u00e1rios advocat\u00edcios de sucumb\u00eancia, em percentual a ser definido por Vossa Excel\u00eancia, calculados sob o valor final da liquida\u00e7\u00e3o, nos termos do que disp\u00f5e o artigo 791-A da CLT;<\/p><p>m)\u00a0Todos os c\u00e1lculos acima apresentados representam um estimativa\u00a0<strong>para fins de distribui\u00e7\u00e3o<\/strong>, devendo ser apurados em regular liquida\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a, e acrescidos, ainda, de reflexos e juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, at\u00e9 a data do efetivo pagamento.<\/p><p>E para que venha ao final obter a satisfa\u00e7\u00e3o dos seus direitos, requer ainda as seguintes provid\u00eancias processuais:<\/p><p>a)\u00a0A\u00a0<strong>notifica\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0da Reclamada para apresentar a defesa que entender cab\u00edvel, sob pena de revelia;<\/p><p>b) A\u00a0designa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>audi\u00eancia inaugural<\/strong>;<\/p><p>c) A\u00a0produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>todos os meios legais de prova<\/strong>, ainda que n\u00e3o especificados na legisla\u00e7\u00e3o processual (art. 369 do CPC), como a oitiva de testemunhas, a realiza\u00e7\u00e3o de per\u00edcia t\u00e9cnica de exame, vistoria, avalia\u00e7\u00e3o, juntada ou pedido de exibi\u00e7\u00e3o de documento ou coisa, e todos os demais em direito admitidos.<\/p><p>d) O\u00a0depoimento pessoal do\u00a0<strong>representante legal da Reclamada<\/strong>, ou de preposto que\u00a0<strong>tenha conhecimento dos fatos, sob pena de confiss\u00e3o quanto \u00e0 mat\u00e9ria de fato<\/strong>;<\/p><p>e) A\u00a0concess\u00e3o dos\u00a0<strong>benef\u00edcios da Justi\u00e7a Gratuita<\/strong>, uma vez que o Reclamante encontra-se atualmente em situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica\u00a0n\u00e3o lhe permite pagar as custas do processo e os honor\u00e1rios sem preju\u00edzo do sustento pr\u00f3prio e da fam\u00edlia;<\/p><p>f) Requer, por fim,\u00a0a total proced\u00eancia da presente Reclama\u00e7\u00e3o, com a condena\u00e7\u00e3o da Reclamada nos pedidos formulados e verbas pleiteadas, acrescidas de juros morat\u00f3rios e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria na forma da lei, custas processuais, verba honor\u00e1ria advocat\u00edcia de sucumb\u00eancia e demais comina\u00e7\u00f5es legais.<\/p><p>D\u00e1-se \u00e0 causa o valor de <strong>[[Expectativa\/valor da causa]]<\/strong>, nos termos do art. 292, III, do NCPC.<\/p><p>Termos em que,<\/p><p>Pede deferimento.<\/p><p>[[Cidade do escrit\u00f3rio]],\u00a0[[Dia atual]],\u00a0[[M\u00eas atual]],\u00a0[[Ano atual]].<\/p><p><strong>[[Gestores do escrit\u00f3rio]]<\/strong><\/p><figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/materiais.advbox.com.br\/manual-controladoria-juridica-digital-advbox\" target=\"_blank\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"536\" src=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/advbx_pj_cta_optimoster_controlhe_juridico-1024x536.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-23162\" srcset=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/advbx_pj_cta_optimoster_controlhe_juridico.png 1024w, https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/advbx_pj_cta_optimoster_controlhe_juridico-500x262.png 500w, https:\/\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/advbx_pj_cta_optimoster_controlhe_juridico-768x402.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo advogado sabe que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil fazer um\u00a0bom banco de modelos de peti\u00e7\u00f5es, que atenda as especificidades dos diferentes processos\u00a0no dia a dia do trabalho jur\u00eddico. Isso exige muito tempo gasto com a pesquisa de peti\u00e7\u00f5es, organiza\u00e7\u00e3o dos arquivos e tamb\u00e9m com a atualiza\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as conforme mudan\u00e7as de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":44,"featured_media":33127,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"modelo_category":[1489],"class_list":["post-26496","modelos","type-modelos","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","modelo_category-direito-do-trabalho"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Modelo de reclama\u00e7\u00e3o trabalhista - Acidente de trabalho<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Disponibilizamos para voc\u00ea um modelo de reclama\u00e7\u00e3o trabalhista - Acidente de trabalho (responsabilidade). 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