{"id":38901,"date":"2021-11-16T23:27:00","date_gmt":"2021-11-17T01:27:00","guid":{"rendered":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/?post_type=modelos&#038;p=38901"},"modified":"2024-11-18T17:29:35","modified_gmt":"2024-11-18T20:29:35","slug":"repeticao-de-indebito","status":"publish","type":"modelos","link":"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/repeticao-de-indebito\/","title":{"rendered":"Repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito: qual seu cabimento e peculiaridades?"},"content":{"rendered":"<p>A repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito ocorre quando \u00e9 preciso realizar a devolu\u00e7\u00e3o de qualquer quantia cobrada de algu\u00e9m de forma err\u00f4nea e descabida.<\/p><p>\u00c9 um instituto presente no ramo jur\u00eddico com aplica\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas do Direito Civil, do Direito do Consumidor e do Direito Tribut\u00e1rio para resolu\u00e7\u00e3o de conflitos advindos dessas cobran\u00e7as indevidas.<\/p><p>Quer entender mais sobre o cabimento e peculiaridades da repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito? Continue lendo o artigo!<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\">Quando cabe repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito?<\/h2><p>A <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/consumidor-acao-obrigacao-de-fazer-indebito-dano-moral\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito<\/a><\/strong>, de modo geral, \u00e9 cab\u00edvel quando um individuo \u00e9 cobrado por algo que j\u00e1 pagou, indevidamente ou com valor excedente, tendo direito a obten\u00e7\u00e3o de uma repara\u00e7\u00e3o logo ap\u00f3s perceber esse erro, atrav\u00e9s do ingresso dessa a\u00e7\u00e3o judicial. <\/p><p>Um exemplo claro da repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito \u00e9 quando um cliente compra um celular no\u00a0com\u00e9rcio eletr\u00f4nico\u00a0por R$ 3500,00, por\u00e9m s\u00e3o cobrados R$ 3800,00 em seu cart\u00e3o de cr\u00e9dito, assim ele teria direito \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito pelo valor excedente de R$ 300,00, sendo este um caso do Direito do Consumidor.<\/p><p>Apesar do exemplo consumerista sobre este assunto ser muito comum, cabe dizer que a repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito tamb\u00e9m se encontra nas \u00e1reas do Direito Civil e do Direito Tribut\u00e1rio.<\/p><p>Essa a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito se apoia, especialmente, no C\u00f3digo Civil de 2002. Veja o artigo 876 deste dispositivo legal!<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Art. 876. Todo aquele que recebeu o que lhe n\u00e3o era devido fica obrigado a restituir; obriga\u00e7\u00e3o que incumbe \u00e0quele que recebe d\u00edvida condicional antes de cumprida a condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote><p>Vale salientar que, n\u00e3o ocorrendo a devolu\u00e7\u00e3o, o credor que obteve esses valores erroneamente, incorre no il\u00edcito de enriquecimento sem causa, conforme os artigos 884 e 885 do CC, expostos a seguir.<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Art. 884. Aquele que, sem justa causa, se enriquecer \u00e0 custa de outrem, ser\u00e1 obrigado a restituir o indevidamente auferido, feita a atualiza\u00e7\u00e3o dos valores monet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Se o enriquecimento tiver por objeto coisa determinada, quem a recebeu \u00e9 obrigado a restitu\u00ed-la, e, se a coisa n\u00e3o mais subsistir, a restitui\u00e7\u00e3o se far\u00e1 pelo valor do bem na \u00e9poca em que foi exigido.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 885. A restitui\u00e7\u00e3o \u00e9 devida, n\u00e3o s\u00f3 quando n\u00e3o tenha havido causa que justifique o enriquecimento, mas tamb\u00e9m se esta deixou de existir.<\/p>\n<\/blockquote><h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito no CC?<\/h2><p>A <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/repeticao-de-indebito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito<\/a><\/strong> no <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/l10406compilada.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">C\u00f3digo Civil<\/a><\/strong> \u00e9 uma medida processual pela qual a pessoa pode requerer a devolu\u00e7\u00e3o da quantia que pagou sem necessidade.<\/p><p>O fundamento da a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito, neste dispositivo legal, traz o\u00a0enriquecimento sem causa, tamb\u00e9m chamado de enriquecimento il\u00edcito, como o ponto principal a ser considerado no caso concreto.<\/p><p>Ainda, ser\u00e1 devida a restitui\u00e7\u00e3o no caso do objeto da d\u00edvida deixar de existir, como quando h\u00e1 um neg\u00f3cio de\u00a0compra e venda\u00a0de um ve\u00edculo, por\u00e9m o mesmo \u00e9 furtado antes de ser entregue, dessa forma deixando de existir, logo a causa do enriquecimento do credor tamb\u00e9m deixou.<\/p><p>No \u00e2mbito civilista, a a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito \u00e9 vista como uma a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o ou de\u00a0responsabilidade civil, se enquadrando nos artigos 927, 186 e 187 do C\u00f3digo Civil, que tratam da obriga\u00e7\u00e3o de indenizar, conforme exposto abaixo, respectivamente:<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 927. Aquele que, por ato il\u00edcito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem,\u00a0fica obrigado a repar\u00e1-lo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Haver\u00e1 obriga\u00e7\u00e3o de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.<\/p>\n\n\n\n<p><br><em>Art. 186. Aquele que, por a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o volunt\u00e1ria, neglig\u00eancia ou imprud\u00eancia, violar direito e\u00a0causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato il\u00edcito.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br><em>Art. 187. Tamb\u00e9m comete ato il\u00edcito o titular de um direito que, ao exerc\u00ea-lo,\u00a0excede manifestamente os limites\u00a0impostos pelo seu fim econ\u00f4mico ou social, pela\u00a0boa-f\u00e9\u00a0ou pelos bons costumes.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote><p>O intuito da responsabiliza\u00e7\u00e3o civil \u00e9 reparar qualquer dano que possa reduzir o bem jur\u00eddico da v\u00edtima, sendo este bem jur\u00eddico o dinheiro, assim aquele credor que der causa a um preju\u00edzo pecuni\u00e1rio ao devedor, por realizar uma cobran\u00e7a a mais ou por cobrar algo que ele j\u00e1 pagou, fica com o \u00f4nus de indeniz\u00e1-lo.<\/p><p>A propositura da a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito pode ocorrer na Justi\u00e7a Comum e\u00a0nos Juizados Especiais C\u00edveis, desde que o valor da causa n\u00e3o exceda 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p><p>No que se refere a prescri\u00e7\u00e3o, cabe dizer que prescreve em tr\u00eas anos a pretens\u00e3o de ressarcimento de enriquecimento sem causa, nos termos do artigo 206, \u00a7 3<sup>o<\/sup>, inciso IV, do CC.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito no CDC?<\/h2><p>A repeti\u00e7\u00e3o ind\u00e9bito no <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l8078compilado.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">C\u00f3digo de Defesa do Consumidor<\/a><\/strong> ocorre quando \u00e9 necess\u00e1rio proceder com a devolu\u00e7\u00e3o em dobro de uma quantia paga indevidamente pelo consumidor. <\/p><p>Nas rela\u00e7\u00f5es de consumo a entidade empresarial que dever\u00e1 proceder \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o em dobro do consumidor pela quantia excedente que lhe foi cobrada, al\u00e9m dos juros e da corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria.<\/p><p>\u00c9 necess\u00e1rio distinguir duas esp\u00e9cies de consumidores: <\/p><ol class=\"has-small-font-size wp-block-list\">\n<li>Consumidor adimplente: aquele que arca com os cr\u00e9ditos contra\u00eddos, estando com o pagamento de suas contas em dia;<\/li>\n\n\n\n<li>Consumidor inadimplente: aquele que deixa de pagar algo, devendo dinheiro.<\/li>\n<\/ol><p>No que se refere ao consumidor inadimplente, o CDC traz a possibilidade de inscri\u00e7\u00e3o em bancos de dados de consumidores, como o SPC e o Serasa, por\u00e9m tamb\u00e9m prev\u00ea garantias a essas pessoas, como a necessidade de comunica\u00e7\u00e3o dessa inscri\u00e7\u00e3o e a obriga\u00e7\u00e3o de corrigir informa\u00e7\u00f5es a partir da comunica\u00e7\u00e3o ao \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel. <\/p><p>Apesar disso, tanto o consumidor adimplente quanto o inadimplente, jamais poder\u00e3o ser tratados de forma humilhante, independentemente da situa\u00e7\u00e3o em que estejam, conforme previs\u00e3o legal no <em>caput <\/em>do artigo 42 do CDC.<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Art. 42. Na cobran\u00e7a de d\u00e9bitos, o consumidor inadimplente n\u00e3o ser\u00e1 exposto a rid\u00edculo, nem ser\u00e1 submetido a qualquer tipo de constrangimento ou amea\u00e7a.<\/p>\n<\/blockquote><p>J\u00e1 no par\u00e1grafo \u00fanico deste mesmo artigo, est\u00e1 exposto claramente o fato de que o consumidor cobrado indevidamente, dever\u00e1 ser restitu\u00eddo em dobro em rela\u00e7\u00e3o ao que pagou a mais, acrescido de juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria. Confira!<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 42. (\u2026)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e juros legais, salvo hip\u00f3tese de engano justific\u00e1vel.<\/em><\/p>\n<\/blockquote><p>Assim observamos que a fundamenta\u00e7\u00e3o presente no CDC \u00e9 a mesma da exposta no artigo 940 do C\u00f3digo Civil, veja!<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Art. 940. Aquele que demandar por d\u00edvida j\u00e1 paga, no todo ou em parte, sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que for devido, ficar\u00e1 obrigado a pagar ao devedor, no primeiro caso, o dobro do que houver cobrado e, no segundo, o equivalente do que dele exigir, salvo se houver prescri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote><p>Desta forma, podemos afirmar que\u00a0o \u00e2mbito do <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/advocacia-direito-do-consumidor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Direito do Consumidor<\/a><\/strong> tamb\u00e9m previu que a devolu\u00e7\u00e3o seja efetuada em dobro, nas situa\u00e7\u00f5es em que o consumidor seja demandado por valor j\u00e1 pago, assim como no Direito Civil.<\/p><p>No que se refere \u00e0 prova, o CDC traz a invers\u00e3o do\u00a0\u00f4nus da prova, por\u00e9m a aplica\u00e7\u00e3o deste instituto nos casos de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito n\u00e3o \u00e9 pac\u00edfica, uma vez que incumbir ao credor o \u00f4nus de provar pode obrig\u00e1-lo a produzir prova negativa ou imposs\u00edvel, pois ter\u00e1 que demonstrar a\u00a0aus\u00eancia de m\u00e1-f\u00e9.<\/p><p>Quanto ao prazo prescricional, o CDC n\u00e3o prev\u00ea isso explicitamente\u00a0para a repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bitos, mesmo seu artigo 27 dispondo que prescreve em cinco anos a pretens\u00e3o \u00e0 repara\u00e7\u00e3o pelos danos causados por fato do produto ou do servi\u00e7o, pois n\u00e3o se pode afirmar que a cobran\u00e7a indevida \u00e9 um dano direto do produto ou do servi\u00e7o.<\/p><p>Diante disso, deveria se aplicar as normas de prescri\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Civil, mas apesar disso, o STJ compreende que este artigo 27 do CDC tem aplica\u00e7\u00e3o na repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bitos.\u00a0<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito no CTN?<\/h2><p>A <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/tributario-acao-de-repeticao-de-indebito-nao-incidencia-do-icms\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito<\/a><\/strong> no\u00a0Direito Tribut\u00e1rio trata-se da devolu\u00e7\u00e3o de tributo cobrado indevidamente, previsto de modo geral nos artigos 165 a 169 do <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional.<\/a><\/strong><\/p><p>Em outras palavras, o contribuinte ter\u00e1 direito \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o de qualquer tributo nos casos em que houver cobran\u00e7a ou pagamento de valor err\u00f4neo ou maior que o devido, erro de c\u00e1lculo ou de al\u00edquota, revoga\u00e7\u00e3o, reforma, anula\u00e7\u00e3o ou rescis\u00e3o de decis\u00e3o condenat\u00f3ria. Confira essas hip\u00f3teses dispostas abaixo no artigo 165 do CTN!<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 165. O sujeito passivo tem direito, independentemente de pr\u00e9vio protesto, \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o total ou parcial do tributo, seja qual for a modalidade do seu pagamento, ressalvado o disposto no \u00a7 4\u00ba do artigo 162, nos seguintes casos:<\/em><br><em>I \u2013 cobran\u00e7a ou pagamento espont\u00e2neo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria aplic\u00e1vel, ou da natureza ou circunst\u00e2ncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido;<\/em><br><em>II \u2013 erro na edifica\u00e7\u00e3o do sujeito passivo, na determina\u00e7\u00e3o da al\u00edquota aplic\u00e1vel, no c\u00e1lculo do montante do d\u00e9bito ou na elabora\u00e7\u00e3o ou confer\u00eancia de qualquer documento relativo ao pagamento;<\/em><br><em>III \u2013 reforma, anula\u00e7\u00e3o, revoga\u00e7\u00e3o ou rescis\u00e3o de decis\u00e3o condenat\u00f3ria.<\/em><\/p>\n<\/blockquote><p>\u00c9 v\u00e1lido ressaltar que, nessas situa\u00e7\u00f5es, a restitui\u00e7\u00e3o do valor total ou parcial faz com que sejam devolvidos os juros e demais san\u00e7\u00f5es pecuni\u00e1rias pagas de modo eventual, conforme disposto no artigo 167 do CTN, veja!<\/p><blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 167. A restitui\u00e7\u00e3o total ou parcial do tributo d\u00e1 lugar \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o, na mesma propor\u00e7\u00e3o, dos juros de mora e das penalidades pecuni\u00e1rias, salvo as referentes a infra\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter formal n\u00e3o prejudicadas pela causa da restitui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. A restitui\u00e7\u00e3o vence juros n\u00e3o capitaliz\u00e1veis, a partir do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o definitiva que a determinar.<\/p>\n<\/blockquote><p>Os valores podem ser restitu\u00eddos por devolu\u00e7\u00e3o ou compensa\u00e7\u00e3o, possibilitando que o contribuinte utilize o cr\u00e9dito para abater em d\u00e9bitos da mesma natureza ou recolhimentos futuros.<\/p><p>Ademais, a extin\u00e7\u00e3o do direito de pleitear a restitui\u00e7\u00e3o ocorre no prazo de 5 anos, contados das seguintes hip\u00f3teses:<\/p><ol class=\"has-small-font-size wp-block-list\">\n<li>Da data da extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio;<\/li>\n\n\n\n<li>Da data em que se tornar definitiva a decis\u00e3o administrativa ou passar em julgado a decis\u00e3o judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou rescindido a decis\u00e3o condenat\u00f3ria.<\/li>\n<\/ol><p>Enfim, \u00e9 necess\u00e1rio dizer que\u00a0o <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/modelos\/repeticao-de-indebito-tributario\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">ind\u00e9bito tribut\u00e1rio<\/a> <\/strong>\u00e9 muitas vezes mensurado no \u00e2mbito administrativo, devido ao fato de facilitar a restitui\u00e7\u00e3o, posto que o contribuinte pode demandar a autoridade fiscal que cometeu o equ\u00edvoco de modo direto. Prescrevendo em dois anos a a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria da decis\u00e3o administrativa que denegar a restitui\u00e7\u00e3o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\">A empresa que fez a cobran\u00e7a errada \u00e9 sempre obrigada a devolver em dobro?\u00a0<\/h2><p>Quanto a essa quest\u00e3o da empresa efetuar, sem o intuito, uma cobran\u00e7a, o CDC traz um posicionamento abordando isso como exce\u00e7\u00e3o, trazendo o fato da cobran\u00e7a indevida advir de um erro que seria justific\u00e1vel. <\/p><p>Diante desta situa\u00e7\u00e3o, a empresa dever\u00e1 proceder com a devolu\u00e7\u00e3o apenas do que foi pago em excesso pelo consumidor.\u00a0<\/p><p>A quesito de curiosidade, antes de 2020, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) trazia o entendimento de\u00a0que em alguns casos\u00a0o consumidor s\u00f3 tinha\u00a0direito \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o em dobro se fosse comprovada\u00a0a m\u00e1 f\u00e9 da entidade empresarial que efetuou a cobran\u00e7a.\u00a0<\/p><p>Entretanto, posteriormente, a Corte decidiu que a devolu\u00e7\u00e3o em dobro do valor cobrado indevidamente do consumidor ser\u00e1 cab\u00edvel sempre que houver quebra da boa-f\u00e9 objetiva, assim, n\u00e3o dependendo em nenhuma hip\u00f3tese da comprova\u00e7\u00e3o de m\u00e1-f\u00e9 ou culpa.\u00a0<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-ajuizar-a-o-de-repeti-o-de-ind-bito\">O que \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito?<\/h2><p>Como j\u00e1 abordado, o nome da a\u00e7\u00e3o judicial para solicitar a restitui\u00e7\u00e3o denomina-se a\u00e7\u00e3o de\u00a0repeti\u00e7\u00e3o\u00a0de\u00a0ind\u00e9bito e para o seu ajuizamento, existem tr\u00eas requisitos essenciais, s\u00e3o eles:<\/p><ul class=\"has-small-font-size wp-block-list\">\n<li>Natureza de pagamento ao ato;<\/li>\n\n\n\n<li>Inexist\u00eancia de d\u00edvida entre as partes;<\/li>\n\n\n\n<li>Exist\u00eancia de uma presta\u00e7\u00e3o indevida;<\/li>\n<\/ul><p>Ainda vale ressaltar que, existindo uma d\u00edvida entre as partes e havendo o pagamento da mesma, ocorre a compensa\u00e7\u00e3o desta d\u00edvida e, assim, n\u00e3o enseja qualquer repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito, seja simples ou em dobro, se aplicando isso tamb\u00e9m \u00e0s d\u00edvidas que n\u00e3o podem ser cobradas dentro do ordenamento jur\u00eddico, como d\u00edvidas de jogos.<\/p><p>A doutrina n\u00e3o pacificou o entendimento sobre o que ocasiona o direito de a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito, uma vez que parte dela defende que o pagamento efetivo \u00e9 o ato gerador de direito e, outra parte, defende que o direito \u00e9 gerado no momento da cobran\u00e7a indevida.<\/p><p>Quer gerenciar, de modo automatizado e eficaz, os seus processos que envolvam repeti\u00e7\u00e3o\u00a0de\u00a0ind\u00e9bito? Conte com a ADVBOX e fa\u00e7a o\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/cadastro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">teste gratuito do software durante 7 dias<\/a><\/strong>!<\/p><p>Ainda, se gostou da leitura, confira o artigo sobre <strong><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/blog\/tecnologia-no-direito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">como a tecnologia est\u00e1 inovando o mercado jur\u00eddico<\/a><\/strong>!<\/p><figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/advbox.com.br\/cadastro\/\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/advbox.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/cta-nova-trial.png?resize=750%2C226&#038;ssl=1\" alt=\"Agravo de instrumento trabalhista: o que \u00e9 e qual o cabimento? Software Jur\u00eddico ADVBOX\" title=\"Lei de loca\u00e7\u00e3o: compreenda o seu funcionamento! 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