IA no Direito: até onde ela pode ir sem ferir a ética?

Até onde a Inteligência Artificial pode ir no Direito?

A automação chegou aos escritórios. Mas será que podemos confiar totalmente na IA para decisões jurídicas?

Ferramentas já estruturam contratos, respondem dúvidas e sugerem estratégias. 

Parece mágico… mas exige cautela.

Sem senso crítico, a IA pode parecer um oráculo infalível.

Mas confiar demais nela ameaça nossa criatividade e ética.

A IA acelera processos, mas não sente, não interpreta, nem tem empatia.

Decisões éticas exigem julgamento humano.

Estudos mostram erros em respostas de IA, até mesmo distorções.

No Direito, isso pode custar muito caro.

Ela exige contexto, governança, validação e diretrizes éticas.

Sem isso, vira um risco, não uma solução.

Capacite equipes, defina protocolos, revise tudo com critério.

A tecnologia deve ampliar a inteligência humana, não substituí-la.

Decisões éticas não podem ser delegadas à IA.

Seu escritório já definiu os limites dessa tecnologia?